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China reage à implantação de mísseis no Japão, alegando ‘exagero em relação à autodefesa’

Além de criticar a implantação de mísseis, a porta-voz da China ainda destacou o perigo da direita e do militarismo do Japão.

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Redação

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Konishi Sangyo - Empregos no Japão
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Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China
Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China (NHK)

Em relação à implantação de mísseis de longo alcance pelo Ministério da Defesa do Japão (MOD), nas províncias de Kumamoto e Shizuoka, a porta-voz da China expressou suas críticas durante uma coletiva de imprensa na terça-feira (1º).

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Alegou que poder usá-los também para contra-ataque: “Isso vai muito além do escopo de medidas puramente defensivas”, destacou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, reagindo veementemente.

“Preocupados com o Japão”

De fato, o MOD explicou que os mísseis de longo alcance têm capacidade de contra-ataque para se defender de outros países.

“Estamos profundamente preocupados com as ações japonesas. Está destacando armas ofensivas sob o pretexto de defesa e contra-ataque, ultrapassando em muito o escopo da autodefesa e da postura exclusivamente defensiva”, destacou.  

Criticou a “direita” e o “militarismo” do Japão

“Isso reflete mais uma vez os esforços das forças de direita no Japão para direcionar sua política de segurança para uma vertente ofensiva e expansionista.

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O ‘novo tipo de militarismo‘ do Japão ameaça a paz e a estabilidade regional, e a comunidade internacional deve aumentar sua vigilância“, afirmou.

Mao Ning também citou o incidente envolvendo um oficial das Forças Terrestres de Autodefesa que invadiu a embaixada chinesa no país, argumentando que “o Japão, longe de refletir sobre sua incapacidade de gerenciar e controlar suas Forças de Autodefesa, está alimentando as ameaças externas e acelerando sua expansão militar“, e afirmou que “essa ação é extremamente perigosa“. 

Ela instou o país do sol nascente a “refletir profundamente sobre seu histórico de agressão militarista“.

Fontes: NHK e Sankei

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