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Ex-funcionário de instituição de cuidados é preso por abusar de menina de 5 anos

O ex-funcionário de uma instituição para crianças com deficiência foi preso em Tóquio por sequestro e abuso sexual de uma menina de 5 anos. Ele negou as acusações, mas admitiu atração por pré-escolares.

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Konishi Sangyo - Empregos no Japão
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Ex-funcionário de instituição de cuidados preso por sequestro e abuso
Ex-funcionário de instituição de cuidados preso por sequestro e abuso (ilustrativa/banco de imagens)

Um ex-funcionário de uma instituição para crianças com deficiência foi preso sob suspeita de abuso sexual contra uma menina de 5 anos, de acordo com a polícia de Tóquio.

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Takaya Goto, residente da cidade de Hachioji, foi preso sob suspeita de sequestro para propósitos sexuais, de acordo com a divisão de assuntos juvenis do Departamento de Polícia Metropolitano.

Embora tenha negado as acusações, alegando “não se lembrar”, ele confessou aos investigadores sua “atração sexual por pré-escolares, crianças do jardim de infância e estudantes do ensino fundamental”.

O modus operandi e o histórico profissional

As autoridades policiais afirmam que, no final de fevereiro de 2024, Goto levou a menina, que frequentava a instituição na cidade de Matsudo (Chiba), para sua residência. Lá, ele cometeu o abuso sexual e gravou o ato em um smartphone.

Goto era responsável pelo transporte das crianças de e para a instituição. A suspeita é que ele tenha levado a menina para sua casa antes de deixá-la no destino.

Ele possui qualificações como professor de berçário e jardim de infância e já havia trabalhado em diversas funções relacionadas a crianças.

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O caso veio à tona em novembro passado, após uma denúncia.

Durante a investigação, foram encontradas imagens que, segundo os investigadores, parecem mostrar outras meninas, levantando a possibilidade da existência de vítimas adicionais.

O relato da família

A mãe da menina, em depoimento à polícia, expressou sua indignação: “Só descobri quando fui questionada. Acredito que ele cometeu os atos sabendo que minha filha tem uma deficiência e pensando que não seria pego, não importa o que fizesse. Nunca o perdoarei”.

Fonte: JT

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