O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a saída da procuradora-geral Pam Bondi de seu cargo.
A notícia, divulgada na quinta-feira (2) através de uma postagem em rede social, indica que Bondi “fará a transição para um novo e importante trabalho no setor privado”, com detalhes a serem anunciados em breve.
Embora Trump tenha elogiado publicamente o “serviço fiel” de Bondi ao longo do último ano, destacando seu “tremendo trabalho” na repressão ao crime e a queda nas taxas de homicídio para os níveis mais baixos desde 1900, a mídia norte-americana aponta para um cenário de descontentamento presidencial.
Motivações e a gestão do caso Epstein
Fontes indicam que Trump estaria frustrado com a performance de Bondi, especialmente sua gestão de materiais investigativos relacionados ao financista Jeffrey Epstein, que faleceu após ser indiciado por acusações de abuso sexual.
Além do caso Epstein, relatos da imprensa sugerem que o presidente também estaria insatisfeito com a incapacidade de Bondi em levar a cabo processos bem-sucedidos contra indivíduos que ele considera seus inimigos políticos.
Essa saída marca a segunda substituição de um chefe de departamento federal sob a atual administração Trump, seguindo a remoção da ex-secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, em março.
Para o posto de procurador-geral interino, Trump nomeou o vice-procurador-geral Todd Blanche.
Fonte: NHK



