O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) comunicou, no encerramento de terça-feira (9), horário de Washington, que suas tropas deflagraram “investidas de autoproteção” contra o Irã.
A ofensiva, autorizada pelo presidente Trump, foi definida como uma retaliação equilibrada ao abate de um helicóptero Apache. O anúncio ocorreu após residentes de Sirik, no litoral sul iraniano, testemunharem sucessivas detonações.
Em contrapartida, a divisão Aeroespacial da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) asseverou que reagirá com rigor e de forma imediata ao que classificou como provocações adversárias.
Na mesma data, o titular das Relações Exteriores do Irã pontuou que as tropas nacionais mantêm vigilância ininterrupta contra incursões em sua soberania aérea, terrestre ou náutica. A fala sucede a derrubada do helicóptero dos EUA na região do Estreito de Ormuz.
Donald Trump afirmou que o Irã atingiu o helicóptero americano durante voo de vigilância no Estreito de Ormuz. O líder ressaltou que haveria uma resposta oficial, destacando que os dois tripulantes foram retirados da zona de perigo com vida.
Incursão contra sistemas de defesa do Irã
A cúpula militar americana caracterizou a ação como uma reação condizente à hostilidade não provocada por parte do governo de Teerã.
Conforme fontes do alto escalão dos EUA, reportadas por Barak Ravid (Axios), os bombardeios atingiram múltiplas unidades de artilharia antiaérea e complexos de detecção por radar iranianos nas adjacências do canal de Ormuz.
Dessa forma, a trégua vislumbrada no dia anterior deu lugar a uma escalada de hostilidades, elevando novamente o patamar de alerta no Oriente Médio.
Fontes: CENTCOM, NHK e Iran Intl 


