Como economizar água: 12 dicas valiosas

Grande parte dos reservatórios de água do Japão estão com cerca de metade do conteúdo. Em Aichi, há locais em situação severa. Veja como economizar água!

Água, o ouro azul do Planeta (Wikipedia)

O bom uso da água deve ser uma prática constante, pois essa reserva natural deve ser desfrutada com sabedoria para não faltar. Afinal, não se imagina vida sem ela.

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Por isso, não é só na época de racionamento, como está ocorrendo na região Higashi Mikawa de Aichi, que se deve agir. Pequenas atitudes vão trazer grandes resultados para a cidade, a província, o país e o Planeta.

  1. Feche a torneira para ensaboar mãos e só abra para enxaguá-las. O mesmo vale para o chuveiro
  2. Por falar nele, abrevie o tempo do banho
  3. Só use a máquina de lavar louças e a de roupas quando tiver conteúdo suficientemente cheio. Não precisa lavar as roupas todos os dias
  4. Se usar detergente biodegradável para lavar as louças pode usar uma bacia para o enxágue delas, na pia da cozinha
  5. Procure usar um copo para enxágue após escovar os dentes
  6. Verifique se não há nenhum vazamento nas tubulações e torneiras
  7. Vai lavar verduras e frutas? Coloque-as de molho em uma bacia, com um pouco de vinagre ou bicarbonato de sódio. Use outra bacia para o enxágue, assim, não precisa manter a torneira aberta
  8. Reutilize a água da banheira ou do ofurô para limpeza ou para lavar roupas
  9. Se tem jardim procure regar as plantas de manhã bem cedo ou à noite
  10. Se tem quintal ou varanda, varra sem precisar jogar água
  11. Para lavar o carro pode levá-lo em um lava-jato
  12. Recolha e guarde a água da chuva para regar as plantas, lavar o carro ou a calçada. É uma boa forma de reaproveitamento. Se, algum dia faltar água tem para usar no toalete

Procure ensinar isso para as crianças e fazer junto com elas. Elas adquirem esses hábitos saudáveis e vão contribuir para manter o ouro azul no Planeta.

Fontes: GreenMe e EneChange

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Bolsonaro extingue horário de verão

Publicado em 26 de abril de 2019, em Brasil

A decisão foi baseada em recomendação do Ministério de Minas e Energia, que apontou pouca efetividade na economia energética.

A decisão foi baseada em recomendação do Ministério de Minas e Energia (Agência Brasil)

O Brasil não adotará mais o horário de verão a partir deste ano. O presidente Jair Bolsonaro assinou na quinta-feira (25) decreto que extingue a medida, em cerimônia no Palário do Planalto.

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A decisão foi baseada em recomendação do Ministério de Minas e Energia, que apontou pouca efetividade na economia energética, e estudos da área da saúde, sobre o quanto o horário de verão afeta o relógio biológico das pessoas.

“As conclusões foram coincidentes. O horário de pico hoje é às 15 horas e [o horário de verão] não economizava mais energia. Na saúde, mesmo sendo só uma hora, mexia com o relógio biológico das pessoas”, disse, ressaltando que não deve haver queda na produtividade dos trabalhadores nesse período.

A medida já havia sido anunciada pelo presidente no dia 5 de abril.

De acordo com o secretário de Energia Elétrica do MME, Ricardo Cyrino, a economia de energia com o horário de verão diminuiu nos últimos anos e, neste ano, estaria perto da neutralidade. “Na ótica do setor elétrico, deixamos de ter o benefício”, disse.

Cyrino afirmou que o horário de verão foi criado com o objetivo de aliviar o pico de consumo, que era em torno das 18 horas, e trazer economia de energia na medida em que a iluminação solar era aproveitada por mais tempo.

“Com a evolução da tecnologia, iluminação mais eficiente, entrada de ar-condicionado – que deslocou o pico de consumo para as 15 horas – e também a substituição de chuveiros elétricos [por aquecimento solar, por exemplo], que coincidia com a iluminação pública às 18 horas, deixamos de ter a economia de energia que havia no passado e o benefício do alívio no horário de ponta, às 18 horas”, explicou.

O horário de verão foi criado em 1931 e aplicado no país em anos irregulares até 1968, quando foi revogado. A partir de 1985, foi novamente instituído e vinha sendo aplicado todos os anos, sem interrupção.

Normalmente, o horário de verão começava entre os meses de outubro e novembro e ia até fevereiro do ano subsequente, quando os relógios deveriam ser adiantados em uma hora em parte do território nacional.

O secretário afirmou ainda que nos últimos 87 anos de instituição do horário de verão, por 43 anos o país ficou sem adotar a medida e que ela pode ser instituída novamente no futuro.

“Tivemos muitas alternâncias. Vamos continuar fazendo avaliações anuais e nada impede que, no futuro, caso venha a ser conveniente na ótica do setor elétrico, vamos sugerir novamente a introdução do horário de verão. Por hora, ele não faz mais sentido.”

Novos decretos

Participaram da cerimônia, no Palácio do Planalto, parlamentares que apresentaram projetos no Congresso para extinguir o horário de verão. Bolsonaro se colocou à disposição para avaliar outras proposições que possam ser colocadas em prática via decreto presidencial.

“Sabemos da dificuldade do parlamentar para aprovar uma lei ao longo de uma legislatura. Muito difícil. Agora, um decreto tem um poder enorme, como esse assinado agora. A todos os senhores, o governo está aberto a quem tiver qualquer contribuição. Em havendo o devido amparo jurídico, apresentaremos um novo decreto”, afirmou.

Via Agência Brasil

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