China admite que eficácia de suas vacinas ‘não é alta’

Publicado em 13 de abril de 2021, em Ásia

Autoridades estão ponderando opções para aumentar a proteção, incluindo misturar diferentes vacinas, disse o alto responsável de controle de doenças da China.

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A CoronaVac é uma das vacinas desenvolvidas na China (banco de imagens)

A eficácia de vacinas chinesas contra Covid-19 “não é alta” e autoridades estão ponderando opções para aumentar a proteção – incluindo misturar diferentes preparações biológicas, disse o alto responsável de controle de doenças do país.

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“As taxas de proteção de vacinas existentes não são altas”, disse Gao Fu, diretor do Centro Chinês para Controle e Prevenção de Doenças – CDC, em uma coletiva de imprensa na cidade de Chengdu no sábado (10).

Ele listou duas opções para resolver o problema: uma é aumentar o número de doses, ou ajustar a dosagem ou intervalo entre as doses; e a outra é misturar vacinas desenvolvidas a partir de diferentes tecnologias.

Os comentários de Gao são uma rara admissão pública do principal alto responsável da saúde do país de que a eficácia das vacinas contra coronavírus da China não é ideal – e melhorias são necessárias para aumentar a proteção.

A China se posicionou como líder em desenvolvimento e distribuição de vacina contra Covid-19, promovendo e fornecendo suas preparações biológicas a países em todo o mundo, incluindo Indonésia, Zimbábue, Turquia e Brasil.

As duas farmacêuticas que fornecem grande parte das vacinas chinesas contra coronavírus para o mundo não publicaram dados de ensaios clínicos compreensivos em jornais médicos sobre suas eficácias.

Descobriu-se em ensaios clínicos no Brasil que a vacina CoronaVac desenvolvida pela Sinovac tem uma taxa de eficácia de somente 50,4%. Em outro teste na Turquia, a eficácia foi de 83,5%. A Sinopharm disse que suas duas vacinas têm taxas de eficácia de 79,4% e 72,5%.

Em comparação, as vacinas da Pfizer-BioNTech e Moderna têm taxas de eficácia de 97% e 94% respectivamente.

Em março, os Emirados Árabes Unidos começaram a oferecer uma terceira dose de uma vacina da Sinopharm a residentes que não conseguiram gerar anticorpos suficientes após duas aplicações.

Nesse sentido, os comentários de Gao sobre a eficácia relativamente baixa de vacinas chinesas estavam meramente afirmando um fato bem conhecido – mas essa foi a primeira vez que um alto responsável na China havia reconhecido isso publicamente.

Fonte: CNN

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