Trump dá ênfase à “recuperação dos empregos” na cerimônia de boas-vindas ao presidente

Trump diz que não permitirá que países estrangeiros roubem empregos dos EUA. Veja mais.

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A cerimônia de boas-vindas ao presidente eleito Trump foi realizada no entardecer do dia 19, um dia antes da cerimônia de posse, no Lincoln Memorial na capital Washington.

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Em seu discurso, Trump disse: “Nós vamos reconstruir este país e recuperar os empregos. Não vamos permitir que os países estrangeiros roubem mais de nossos empregos“. “Irei formar um exército poderoso e reforçarei as fronteiras. Realizarei pelo nosso país o que não foi feito por muito tempo”, completou Trump, prometendo que irá trazer muitas mudanças para os EUA.

Na cerimônia de boas-vindas, aconteceram concertos musicais para a família Trump e seus convidados e, no final, fogos de artifício foram lançados para comemorar a presidência de Trump. Entretanto, as mídias dos EUA relatam que, em comparação com a cerimônia de boas-vindas do presidente Obama há 8 anos que contou com a participação de muitos artistas famosos, vários artistas negaram o comparecimento na do Trump.

O presidente Trump será nomeado como o 45º presidente dos EUA na madrugada de sábado (horário do Japão). Apesar de que Trump realizará promessas para os cidadãos em seu discurso de posse, ao menos 50 parlamentares do Partido Liberal Democrático confirmaram ausência no discurso.

E junto à cerimônia de posse, prevê-se que pelo menos 100 organizações irão realizar manifestações contra o presidente, tornando a cerimônia em uma mistura de gritos de alegria e revolta.

Fonte: NHK News

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Gunma: prisão de 3 por forçarem cambojanas a trabalhar como prostitutas

Publicado em 20 de janeiro de 2017, em Crime

O caso das 7 cambojanas só foi descoberto pela polícia por denúncia da Embaixada. Três pessoas foram algemadas. Confira.

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fachada da casa de prostituição em Shibukawa (Gunma) – foto: ANN

A Polícia da Província de Gunma anunciou nesta sexta-feira (20) a prisão de 3 pessoas na data anterior. São 2 homens japoneses e uma mulher tailandesa, todos donos de casas de prostituição, nas cidades de Shibukawa e Numata (Gunma), cidades que recebem turistas para o onsen (águas termais). O fato veio à tona para investigação e, consequentemente, a prisão, porque 7 mulheres do Camboja pediram socorro à embaixada do seu país e esta agiu rapidamente. 

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De acordo com a declaração da polícia, as 7 cambojanas não tinham autorização para trabalhar e, ainda assim, os 3 elementos empregaram-nas como funcionárias atendentes. No entanto, ao que tudo indica, elas teriam sido forçadas ao trabalho de prostituição.

A polícia levantou que os 3, em cumplicidade, empregaram as 7 mulheres asiáticas no período de 10 de novembro a 2 de dezembro. A faixa etária das cambojanas é de 20 a 36 anos, sem visto de trabalho.

Cambojanas pediram ajuda pelo Facebook

No ano passado, as mulheres usaram a rede social Facebook para fazerem contato com a embaixada do país a fim de pedir socorro.

De acordo com o jornal Sankei, a Embaixada do Camboja comunicou a Polícia da Província de Gunma que abrigou as 7 cidadãs de seu país, em 5 de dezembro. E explicou o motivo.

Cambojanas protegidas pela Embaixada

“As mulheres foram persuadidas por um japonês, na Camboja. O discurso foi de que se fizessem o trabalho de atendente poderiam ganhar 3 mil dólares por mês. No entanto, elas foram obrigadas ao trabalho de prostituição. As mulheres estão sob nossa proteção”, assim teria explicado a pessoa da embaixada para a polícia. Dessa forma, atualmente, as 7 mulheres ainda se encontram sob a proteção da embaixada.

O jornal conseguiu entrevista com o Ministério das Relações Exteriores do Camboja, o qual afirma que as mulheres não receberam nenhuma remuneração pelo trabalho.

A polícia investiga o caso sob o ponto de vista que as 7 mulheres cambojanas foram vítimas de tráfico humano pelo crime organizado. Elas teriam entrado no Japão com visto de curta duração, segundo o noticiário da ANN.

Além das cambojanas, tailandesas

Na quinta-feira (19), quando a polícia fez batida nas residências e nos estabelecimentos desses 3 presos, descobriu 10 tailandesas, de 21 a 34 anos, sendo que 8 delas estavam com permanência ilegal. Elas foram presas em flagrante e encaminhadas para a Imigração.

No caso das cambojanas, não foram presas por terem sido vítimas.

 

Fontes: ANN e Sankei News
Foto: ANN

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