Pessoas totalmente vacinadas podem se reunir sem máscara, diz CDC

O CDC relaxou orientações de segurança para indivíduos imunizados sob certas circunstâncias.

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Pessoas vacinadas podem se reunir sem máscara, diz CDC (ilustrativa/banco de imagens)

Pessoas que são totalmente vacinadas contra Covid-19 podem se reunir de forma privada em pequenos grupos sem uso de máscara ou distanciamento físico, disse o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, relaxando orientações de segurança para indivíduos imunizados sob certas circunstâncias.

O CDC disse na segunda-feira (8) que pessoas totalmente vacinadas devem continuar a tomar precauções na maioria das circunstâncias para prevenir a propagação do vírus que causa a Covid-19.

As pessoas que são completamente imunizadas devem continuar a usar máscaras e manter distanciamento de outros em público ou quando visitam pessoas não vacinadas com risco maior para casos severos de Covid-19, disse o CDC. A

A agência, deixando suas diretrizes de viagem inalteradas, disse que pessoas vacinadas devem continuar a evitar deslocamentos longos.

“Nossas orientações devem balancear o risco às pessoas que foram totalmente vacinadas, os riscos daqueles que ainda não receberam a vacina e o impacto sobre a transmissão de Covid-19 na comunidade maior”, disse Rochelle Walensky, diretora do CDC, em uma coletiva de imprensa.

As orientações atualizadas ocorrem quando oficiais do governo, negócios e indivíduos tentam mapear uma caminho de volta à normalidade, um ano após a pandemia ter interrompido pela primeira vez a vida pública e comércio como de costume no país.

Uma pessoa é considerada totalmente vacinada duas semanas após receber a segunda dose da vacina da Pfizer, assim como da Moderna, ou duas semanas após receber a dose única da vacina da Johnson & Johnson, de acordo com o CDC.

Fonte: Washington Post

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Japonês preso por venda de falsificações

Publicado em 9 de março de 2021, em Crime

Ele tinha em sua residência produtos falsificados, com logo de marcas mundialmente famosas.

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Apreensão de cuecas, bolsas e artigos esportivos falsificados (Nagoya TV)

Suspeito de violar a Lei de Marcas, o assalariado japonês 西山司 (Tsukasa Nishiyama), 42 anos, residente em Kasugai (Aichi), foi preso na segunda-feira (8). 

O motivo das algemas foi a venda de 2 cuecas não originais, com logotipo da marca Calvin Klein, pelo valor de 3,7 mil ienes, em abril do ano passado, através de um app.

Na delegacia teria admitido que vendia para “obter uns trocados”.

Na sua casa foram encontrados 88 itens de artigos de outras marcas como Adidas e Nike, todos falsificados.

A polícia calcula que tenha levantado pelo menos 6 milhões de ienes, desde maio de 2019, quando teria iniciado as vendas.

A investigação continua pois a polícia quer saber da rota de obtenção desses produtos ilegais. 

Fontes: CBC TV, CTV e Nagoya TV

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