Empresas de construção civil anunciam planos para limitar horas extras

O plano de ação estará em linha com a reforma do governo em relação ao estilo de trabalho.

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Limitação de horas extras e 2 dias de folga por semana para o setor da construção (imagem ilustrativa)

A Federação do Japão de Empreiteiros de Construção, formada por grandes firmas de construção, anunciou na sexta-feira (22) um plano de ação para empresas regularem por conta própria as horas extras e efetivarem 2 dias de descanso por semana.

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Através do plano de ação, a federação espera que a mudança, em passo com a reforma do governo do estilo de trabalho e melhoria do ambiente laboral, considerado mais duro em comparação a outras indústrias, ajudará a resolver a escassez de mão de obra.

“É essencial trabalharmos para nossa própria salvação com um senso de velocidade, visto que as pessoas estão preocupadas”, disse Takashi Yamauchi, presidente da federação e também da Taisei Corp., em uma conferência de imprensa.

“Gostaríamos de lidar com o assunto rapidamente, ficando um ou até dois passos à frente da política do governo”, frisou.

Além de suas 140 empresas-membro, a federação planeja fazer um apelo a toda a indústria, que tem cerca de 500.000 construtoras, para implementar esforços similares. Em seu plano de ação para reforma no estilo de trabalho adotado em março, o governo introduziu um limite de 720 horas por ano, incluindo períodos movimentados.

Para a indústria da construção, no entanto, foi concedido um período de tolerância de 5 anos, que será estabelecido após os padrões alterados de trabalho forem aplicados, para implementar o plano.

Fonte: Yomiuri
Imagem: Bank Image

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Pai de menina vietnamita assassinada no Japão visita cena do crime 6 meses depois

Publicado em 27 de setembro de 2017, em Crime

“Quero que ela vá para o céu e nasça novamente como minha filha”, disse o pai da pequena Lihn, de 9 anos.

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A menina desapareceu quando ia para a escola e seu corpo foi encontrado 2 dias depois (ANN)

Na terça-feira (26), o pai da menina vietnamita de 9 anos supostamente assassinada por um vizinho, ofereceu incenso no local onde o corpo da filha foi encontrado há 6 meses.

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“Quero que ela vá para o céu e nasça novamente como minha filha”, disse Le Anh Hao, de 35 anos, pai da pequena Le Thi Nhat Linh.

A menina desapareceu quando ia para a escola em Matsudo (Chiba) na manhã de 24 de março deste ano. Seu corpo foi encontrado 2 dias depois perto de uma vala de drenagem na cidade de Abiko.

Em abril, a polícia prendeu Yasumasa Shibuya, de 46 anos, que era líder da associação de pais da escola primária que a menina frequentava na época em que desapareceu, sob suspeita de abandonar o corpo da criança. Posteriormente ele foi indiciado por assassinato e outras acusações, mas até o momento seu julgamento ainda não foi decidido.

Shibuya foi indiciado com base em evidência que inclui amostra de DNA colhida do corpo da vítima. Fios de cabelo encontrados no carro dele corresponderam ao DNA da menina, informaram fontes investigativas.

“Quero que ela vá para o céu e nasça novamente como minha filha”, disse Le Anh Hao, de 35 anos, pai da pequena Le Thi Nhat Linh (ANN)

De acordo com a acusação, Shibuya raptou Linh de carro e abusou dela sexualmente antes de estrangulá-la e abandonar o corpo perto da vala de drenagem.

A residência onde Shibuya morava ficava a apenas 300 metros de distância da casa de Linh e ele participava de patrulhas para cuidar da segurança das crianças no caminho da escola.

Garantir a segurança das crianças continua sendo um desafio para a comunidade. Em junho, residentes formaram um grupo de patrulha local para qual um total de 1.267 pessoas haviam se registrado desde meados de setembro.

Na manhã de terça-feira, pais com cartões de identificação cuidaram das crianças que seguiam para a escola.

“Não podemos parar com a atividades de patrulhamento porque ainda estamos preocupados. Nós, adultos, temos que ganhar de volta a confiança (das crianças)”, disse Makoto Ito, 74 anos, residente da cidade de Matsudo.

Fonte: Mainichi
Imagem: ANN

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