Coreia do Norte disparou novo míssil balístico que percorreria mais de 10.000 km

Novo míssil lançado pelo Norte caiu a 250km da costa do Japão, aumentando a tensão militar e política na região. Saiba mais.

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A Coreia do Norte lançou o que parece ser um míssil balístico intercontinental no início da manhã desa quarta-feira (29), atingindo uma altitude maior do que os testes anteriores e sugerindo atualizações do arsenal do país.

O míssil foi lançado em torno de 3h17 próximo à cidade de Pyongsong, ao norte de Pyongyang, informou a agência de notícias Yonhap da Coreia do Sul, citando fontes no Estado Maior do Sul.

O míssil voou por 53 minutos antes de cair a cerca de 250 quilômetros da costa do Japão no Mar do Japão, disse o ministro japonês da Defesa, Itsunori Onodera, a jornalistas em Tóquio na madrugada de quarta-feira.

Uma análise preliminar do Departamento de Defesa dos EUA indica que o míssil era provavelmente um ICBM.

O presidente Donald Trump disse a repórteres em Washington que os EUA “cuidarão da situação”. O secretário de Estado Rex Tillerson emitiu uma declaração condenando o lançamento.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, disse a repórteres em Tóquio que “a comunidade internacional deve se unir e implementar plenamente sanções contra a Coreia do Norte e aplicar pressão máxima, independentemente de qualquer provocação”.

O foguete viajou aproximadamente 960 km de seu ponto de origem e atingiu uma altitude máxima de cerca de 4.500 km, de acordo com Yonhap – muito maior do que lançamentos anteriores norte-coreanos. Parece ter sido lançado em uma trajetória lofted, que sacrifica a distância para ter mais altura.

Se esse míssil fosse lançado em um ângulo mais típico, o míssil poderia ter uma faixa de alcance maior do que 10.000 km, disse o serviço de notícias.

Fonte: Nikkei
Imagem: Korean Central News Agency

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Dois milhões de moradias provisórias seriam necessárias na ocorrência do terremoto Nankai

Publicado em 29 de novembro de 2017, em Sociedade

O número é mais de 16 vezes daquele de moradias provisórias construídas para as vítimas do Grande Terremoto no Leste do Japão e tsunami de 2011.

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Fileiras de moradias temporárias construídas no distrito de Kita, na cidade de Kobe (Hyogo) para abrigar aqueles que perderam suas casas durante o Grande Terremoto de Hanshin em janeiro de 1995 (arquivo Asahi)

O governo não seria capaz de fornecer prontamente abrigos para pessoas que perderam suas casas em decorrência de um terremoto que pode atingir as regiões de Tokai a Kyushu ao longo da costa do Pacífico, e projeta que 2,05 milhões de moradias provisórias seriam necessárias.

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O número é mais de 16 vezes daquele de moradias temporárias construídas para as vítimas do Grande Terremoto no Leste do Japão e tsunami de 2011, de acordo com um relatório do Escritório do Gabinete sobre os esforços do governo em se preparar para o há muito tempo esperado terremoto Nankai Torafu (Nankai Trough).

Fortes terremotos ocorreram repetidamente no Japão em intervalos ao longo da Nankai Torafu, uma profunda fossa submarina que se estende ao largo da costa do Pacífico, da província de Shizuoka à ilha de Kyushu.

Sismólogos dizem que há uma alta probabilidade de um massivo terremoto ocorrer em breve por toda essa zona de risco, que é densamente povoada em partes.

De acordo com uma projeção do governo, o número de mortos em decorrência de um terremoto de magnitude 9 ou mais forte e tsunami ocorrendo ao longo da Nankai Torafu seria de aproximadamente 320 mil.

Segundo o escritório do gabinete, cerca de 6,84 milhões de moradias seriam completamente ou parcialmente destruídas em um terremoto na Nankai Torafu.

Imagem registrada pela equipe do Portal Mie em 2011, na época do terremoto e tsunami de Tohoku

Isso necessitaria a construção de 2,05 milhões de unidades de moradia para acomodar os refugiados.

Mesmo se todos os apartamentos não ocupados ou casas nas regiões afetadas se tornassem disponíveis para a emergência, haveria uma escassez de 840 mil unidades, de acordo com o escritório do gabinete.

Ele também prevê que o número de moradias destruídas completamente ou parcialmente poderia atingir os 3,14 milhões na área metropolitana de Tóquio se um grande terremoto ocorrer diretamente a capital.

Sob tal cenário, 940 mil moradias temporárias seriam necessárias para acomodar os refugiados. Mesmo se apartamentos vazios e casas forem utilizados completamente, ainda haveria uma escassez de 80 mil unidades.

As logísticas de fornecer moradias improvisadas em tal quantidade são inúmeras, de acordo com o escritório do gabinete, o qual notou que leva tempo para garantir terreno suficiente e construir sobre ele, e adquirir materiais de construção que aumentariam de preço após um desastre.

Fonte: Asahi
Imagem: arquivo Portal Mie

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