Alergia ao pólen estressa mais do que tudo no Japão

Trem superlotado ou horas extras… a alergia ao pólen supera qualquer um desses estresses, detectou pesquisa. Saiba mais sobre essa doença nacional.

Coceira nos olhos, espirros e coriza são alguns dos sintomas indesejáveis da polinose (Flickr)

Conhecida popularmente como febre do feno, a polinose é uma doença alérgica estacional por conta do pólen, chamada de kafunsho no Japão. Considerada doença nacional, estima-se que uma a cada 3 pessoas da população sofra com esse problema na primavera, independente do sexo ou da faixa etária.

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A Agência de Meteorologia do Japão já anunciou que este ano haverá um pouco mais de pólens no ar do que no ano passado.

As províncias que terão o dobro são: Aichi, Nara, Shimane, Kochi, Tóquio, Kanagawa, Miyagi, Iwate e Aomori. Mas, atenção para Quioto, Fukui, Ishikawa, Tochigi e Fukushima: 1,5 vez mais também.

Apesar de ainda estar no inverno, os pólens do cedro e cipreste já começam a aparecer no ar. Se intensificam a partir de março.

Para quem reside nessas províncias em vermelho e em laranja devem se cuidar (Tenki)

Alergia ao pólen estressa

Um pesquisa realizada por uma clínica de oftalmologia de Tóquio obteve resultados surpreendentes sobre a polinose. O resultado foi divulgado no começo deste mês.

Ela entrevistou 500 pessoas, de ambos os sexos, na faixa dos 20 aos 40 anos, que trabalha. Quase todos (96%) responderam que o kafunsho estressa. Para comparar o nível desse estresse, a pesquisa estabeleceu algumas outras situações estressantes.

O primeiro percentual é de quem amarga essa alergia, comparada a outros fatores de estresse.

  • 57%: estressa mais que o calor (17%)
  • 67%: estressa mais que o inverno (10%)
  • 43%: estressa mais que o trem superlotado (30%)
  • 50%: estressa mais do que as horas extras (24%)
  • 43%: estressa mais do que as longas horas de reunião (30%)  

Queda de produtividade

A grande maioria dos entrevistados (87%) respondeu que a produtividade no trabalho cai. Os entrevistados responderam que a produtividade cai cerca de 40%.

O pior dos sintomas para os entrevistados foi coceira nos olhos, para 91% deles.

Fique atento à próxima matéria sobre os produtos para amenizar os sintomas e as formas de prevenção.

Os mais comuns causadores da alergia (governo)

Fontes: Governo, Tenki e Eikoukai
Imagens: Governo, Tenki e Flickr 

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Chinês levantou 120 milhões de ienes com vendas de iPhones falsificados

Publicado em 5 de fevereiro de 2018, em Notícias do Mundo

Ele tinha visto de estudante nos EUA e por cinco anos participou de um esquema de tráfico e contrabando de iPhones e iPads falsificados.

iPhone e iPad falsificados, idênticos aos originais, renderam o equivalente a mais de 110 milhões de ienes (Qetic)

Segundo nota do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, um homem chinês, identificado como Jianhua Li, conhecido como Jianhua “Jeff” Li, 43, era residente com visto de estudante.

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Ele levantou 1,1 milhão de dólares ou o equivalente a 120 milhões de ienes no esquema, que contou com a ajuda de comparsas. Foram identificados como Andreina Becerra, Roberto Volpe, Rosario LaMarca, entre outros.

A atividade durou de julho de 2009 a fevereiro de 2014. Nesse período teriam vendido 40 mil itens, incluindo iPhone, iPad e acessórios, todos falsos, idênticos aos originais, desde as caixas ao material impresso, mais os produtos.

Li contrabandeava sistematicamente, mas os itens vinham todos separados, para disfarce do esquema.

O fruto das vendas era depositado nas contas bancárias de “Jeff”, na Flórida e Nova Jérsei, nos Estados Unidos. Parcelas eram transferidas para os comparsas na Itália, disfarçando ainda mais a fonte dos fundos.

Li já se declarou culpado e será sentenciado em maio deste ano.

Fontes: Qetic e The Verge
Foto: Qetic

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