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‘Compra’ de ilha japonesa desabitada por mulher chinesa causa agitação online

A mulher na faixa dos 30 anos disse à mídia chinesa que uma companhia administrada pelo seu parente havia comprado a Ilha Yanaha, localizada ao norte da ilha principal de Okinawa.

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Notícias Portal Mie

Atualizado em 13/02/2023

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Konishi Sangyo - Empregos no Japão
yanaha ilha 13 fev 2023
Vista aérea de Yanaha (NHK)

Uma postagem recente na mídia social por uma chinesa em que ela afirma ter comprado uma ilha desabitada na província de Okinawa causou agitação online, com alguns demonstrando inveja e outros apelidando a ação como “uma expansão de território chinês”.

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A mulher na faixa dos 30 anos disse à mídia chinesa que uma companhia administrada pelo seu parente havia comprado a Ilha Yanaha, localizada ao norte da ilha principal de Okinawa.

De acordo com registros públicos, partes da ilha seriam de uma empresa de consultoria sediada em Tóquio especializada em negócios chineses desde fevereiro de 2021. O escritório do vilarejo de Izena em Okinawa, que supervisiona a ilha, disse que a companhia detém cerca de 50% do total da ilha, com as praias em sua maioria mantidas pelo governo local.

Yanaha é um local popular de pesca e camping, acrescentou o escritório do vilarejo.

No fim de janeiro, a mulher publicou um vídeo na mídia social mostrando sua primeira visita à ilha.

Um residente da ilha de Izena que levou a mulher e uma outra em uma viagem à Yanaha de barco disse que elas ficaram lá por várias horas, tiraram fotos e fizeram vídeos no cenário local.

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Em um vídeo publicado na mídia social, um documento é exibido endereçado à empresa de consultoria, a qual afirma em seu site que adquiriu a ilha Yanaha.

A posse da ilha Yanaha mudou de mãos várias vezes, de acordo com registros públicos e fontes com conhecimento do assunto.

Na China, onde indivíduos não podem possuir terra, usuários na mídia social elogiaram a ação da mulher, com alguns até pedindo pela aquisição das Ilhas Senkaku, controladas por Tóquio, no Mar do Leste da China, reivindicadas por Pequim, onde elas são chamadas de Diaoyu.

Fonte: Japan Times

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