A primeira-ministra Sanae Takaichi anunciou na quinta-feira (12) que não irá demitir o ministro da Educação, Yohei Matsumoto, apesar das recentes reportagens sobre um caso extraconjugal envolvendo uma mulher casada.
Durante uma sessão do comitê de orçamento da Câmara dos Representantes, Takaichi expressou sua posição firme: “Gostaria que ele nos retribuísse através do trabalho. Espero que ele cumpra suas funções ao máximo”.
Se Matsumoto, de 52 anos, tivesse sido substituído, ele teria sido o primeiro membro do gabinete a renunciar desde que Takaichi assumiu o cargo em outubro.
A decisão da primeira-ministra de mantê-lo no posto sublinha sua confiança na capacidade do ministro de superar a controvérsia.
A resposta do ministro e o contexto do escândalo
As alegações do caso extraconjugal foram publicadas online pela revista semanal Shukan Bunshun. Em resposta, Matsumoto pediu desculpas e expressou remorso por suas ações, mas deixou claro que não apresentaria sua renúncia.
Durante a sessão parlamentar, Matsumoto se defendeu, afirmando: “Foi no passado. Fui repreendido por minha esposa e pedi desculpas“, acrescentando que a questão “já foi resolvida dentro da família”.
Yohei Matsumoto é um legislador da câmara baixa em seu sétimo mandato, representando uma eleitorado em Tóquio. Ele foi eleito pela primeira vez em 2005.
Antes de sua carreira política, Matsumoto atuou como banqueiro e já ocupou o cargo de vice-ministro sênior de Economia, Comércio e Indústria, trazendo uma vasta experiência para o governo.
Fonte: JT



