Segundo dia consecutivo de anúncio de tufão, desta vez o 4.º do ano

O quarto tufão do ano passará sobre Okinawa e deverá seguir para o arquipélago principal.

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Tufões de número 3 e 4, formados na quinta e sexta-feira (AMJ)

Depois do tufão Chaba, o terceiro e único de junho, a Agência de Meteorologia do Japão (AMJ) informou sobre a formação do quarto do ano, chamado de Aere, nome atribuído pelos Estados Unidos, o que significa tempestade no idioma das Ilhas Marshall.

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O Aere, primeiro tufão de julho, se formou às 10h31 de sexta-feira (1.º), no Oceano Pacífico, ao sul do Japão, tem pressão atmosférica central de 1.002hPa, velocidade máxima do vento de 25m/s e raios de 330km a leste e 220km a oeste.

No sábado (2) deverá passar próximo às Ilhas Minami Daito e no dia seguinte, domingo (3), de manhã, sobre Naha, a capital de Okinawa. A província já está sob chuva. Mas à medida que o tufão Aere se aproxima o arquipélago deverá ter chuvas torrenciais e tempestade, causando risco de desastres como deslizamentos.

Depois, a previsão é que se mova em sentido ao norte, pelo Mar da China Meridional e afete uma parte de Kyushu, mas ainda não se pode afirmar como será seu curso.

No entanto, pela sua influência, os dias ensolarados poderão mudar para chuva, em Kyushu, Shikoku e outras regiões, entre 5 e 6, por isso, a recomendação é ficar atento ao seu movimento.  

Fontes: AMJ, News Digest e WeatherNews

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Dois nikkeis brasileiros são condenados a 30 anos de prisão em São Paulo pelo sequestro e assassinato de um empresário japonês de Nagoia

Publicado em 1 de julho de 2022, em Brasil

O crime ocorreu há 21 anos, na cidade de Nagoia. Os dois brasileiros fugiram mas foram encontrados no Brasil, julgados e condenados pelo assassinato.

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Justiça Federal em São Paulo (NHK)

Os réus brasileiros Marcelo Yokoyama, 42, e Alexandre Hideaki Miura, 44 anos, foram condenados a 30 anos de prisão pela Justiça brasileira, na terça-feira (28), acusados de sequestro e assassinato de um empresário japonês, de Nagoia (Aichi), há 21 anos, quando moravam no Japão.

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O governo japonês solicitou punição dos dois que fugiram para a terra natal, ao Ministério Público do Brasil, segundo a NHK. 

De acordo com as informações publicadas na página web da Blanco Advocacia, os dois foram presos em 1.º de fevereiro deste ano, pela Polícia Federal, no interior de São Paulo.

Crime cometido em setembro de 2001 em Nagoia

Em setembro de 2001, 稲垣春美, 54 anos, dono de um clube de hosts (casa de entretenimento para mulheres), em Naka-ku, cidade de Nagoia, foi baleado no abdômen com uma pistola e depois o cadáver foi colocado em um carro, para ser descartado em um rio na província de Shiga. Só que o corpo foi encontrado e foi aberta investigação.

A polícia de Aichi levantou evidência de que Miura e Yokoyama compraram roupas de operários para usarem como disfarce para o sequestro, assassinato e roubo de dinheiro. 

A polícia encontrou os 5 japoneses envolvidos no crime, os quais foram processados e condenados, mas os dois brasileiros fugiram do Japão dias depois, voltando para a terra natal. Parte desses japoneses presos informou os nomes dos brasileiros, inclusive seus apelidos.

Princípio da reciprocidade 

Já que não existe o tratado de cooperação bilateral entre o Japão e Brasil, para os casos penais, as autoridades japonesas enviaram a documentação para que o caso fosse julgado no país onde se encontram os réus, adotando o princípio da reciprocidade.

O juiz de um tribunal de São Paulo entendeu que “os dois foram centrais para o sequestro de forma criteriosa. Foi um crime planejado. Há testemunho consensual de que eles desempenharam tal papel”.

O advogado do réu Yokoyama disse à NHK na quarta-feira (29): “Acredito que a decisão será anulada” e expressou sua intenção de prosseguir com o recurso no futuro.

Fontes: NHK e Blanco Advogados

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