Kishida pede que fabricantes de chips estrangeiras façam investimento ‘radical’ no Japão

Kishida pretende que a reunião ajude a fortalecer a competitividade da indústria de chips do Japão.

Um wafer para fabricação de semicondutor de circuito integrado (ilustrativa/banco de imagens)

O primeiro-ministro Fumio Kishida conversa nesta quinta-feira (18) em Tóquio com executivos de principais empresas estrangeiras relacionadas a semicondutores para pedir a eles que invistam “radicalmente” no Japão em cooperem com negócios japoneses, de acordo com fontes.

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É incomum que altos executivos de principais companhias de semicondutores se encontrem para tal reunião.

Com os semicondutores se tornando cada vez mais importantes a partir da perspectiva de segurança econômica, Kishida pretende que a reunião ajude a fortalecer a competitividade da indústria de chips do Japão, disseram as fontes.

A reunião, que será realizada no escritório do primeiro-ministro, terá a participação dos CEOs e outros executivos da Taiwan Semiconductor Manufacturing, da Applied Materials, IBM, Intel e Micron dos EUA, da Samsung da Coreia do Sul e da imec, uma organização belga de pesquisa e desenvolvimento.

Fabricantes japonesas de chips tomaram o mundo nos anos 1980, mas desde então, elas ficaram para trás das estrangeiras na indústria. Entretanto, o Japão é lar para alguns dos líderes mundiais de equipamento de fabricação de chips e ingredientes de semicondutores.

Principais companhias do mundo vêm cada vez mais prestando atenção às ações dos setores público e privado do Japão para revitalizar a indústria doméstica de semicondutores.

A TSMC está construindo uma fábrica de semicondutores avançados na província de Kumamoto em um empreendimento conjunto com o Grupo Sony e outras empresas, enquanto a Micron está expandindo sua planta em Hiroshima. De acordo com fontes, a Intel também está considerando abrir um centro R&D no Japão.

Fonte: Yomiuri

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Shionogi inicia teste clínico de seu segundo medicamento oral contra Covid

Publicado em 18 de maio de 2023, em Sociedade

O novo medicamento está sendo desenvolvido com a meta de superar as carências do Xocova, o primeiro medicamento oral contra coronavírus da Shionogi.

Na imagem acima, o Xocova, o primeiro medicamento oral contra Covid da Shionogi (NHK)

A Shionogi & Co disse na quarta-feira (17) que iniciou um teste clínico no Japão de seu segundo medicamento oral contra coronavírus após o Xocova.

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O novo medicamento está sendo desenvolvido com a meta de superar as carências do Xocova, disse a companhia.

O Xocova não pode ser tomado junto com alguns outros medicamentos, como aqueles usados para tratar pressão alta e hiperlipemia. Ele também não pode ser administrado a mulheres grávidas.

O Ministério da Saúde do Japão concedeu aprovação de emergência para o Xocova em novembro, e um número estimados de 37 mil pacientes havia feito uso dele até meados de março, disse a companhia.

Fonte: News and Culture

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