Erupção em grande escala na Indonésia pode desencadear tsunami

As pessoas da ilha foram evacuadas pois a atividade vulcânica aumentou, com enormes explosões e relâmpagos, na Indonésia.

Erupção em grande escala na província de Sulawesi do Norte, na Indonésia (reprodução do post da BNPB Indonesia)

De acordo com informações da Agência de Meteorologia do Japão (AMJ), uma erupção em grande escala ocorreu no Monte Ruang, província de Sulawesi do Norte, na Indonésia, por volta das 21h, horário do Japão, de quinta-feira (17).

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Essa erupção do vulcão Ruang começou há dias, mas por volta das 16h (horário de Jakarta) de terça-feira (16) ou 18h do Japão, ocorreu essa em grande escala.

A Agência Nacional de Contramedidas de Desastres da Indonésia, conhecida como BNPB Indonesia, disse num comunicado de imprensa na quarta-feira que a atividade vulcânica aumentou, levando as autoridades a aumentar o nível de alerta para três – o segundo nível de alerta mais alto no seu sistema de monitorização. O vídeo feito pela agência mostra enormes explosões vermelhas enchendo o céu enquanto relâmpagos brilham dentro dele. A agência também relatou chuva de cinzas vulcânicas.

Pelo menos 828 pessoas foram evacuadas da área durante a erupção, disse a BNPB, muitas embarcando em balsas para ir para áreas próximas.

A agência MAGMA Indonésia relatou 373 terremotos vulcânicos profundos e um terremoto tectônico local na quarta-feira.

Erupção em grande escala pode causar tsunami

Quando ocorre uma erupção nesse nível, pode desencadear um tsunami devido às ondas de pressão.

Caso um tsunami seja gerado por essa erupção, há possibilidade de chegar ao Japão também. Ainda é só uma estimativa.  

As investigações da AMJ continuam e, se por ventura, desencadear esse fenômeno, será emitido boletim de advertência ou de alerta.

Fontes: CBS, NHK e AMJ

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Estudo no Japão mostra ligação entre fumo passivo e câncer de pulmão

Publicado em 17 de abril de 2024, em Saúde, Bem-Estar e Cotidiano

O câncer de pulmão causa a morte de cerca de 76 mil pessoas no Japão todos os anos, e aproximadamente 1,8 milhão no mundo.

Uma área para fumantes em parada de via expressa no Japão (ilustrativa/banco de imagens)

O fumo passivo induz a mutação cancerígena de genes que são diferentes daqueles afetados entre fumantes ativos, aumentando o risco de câncer de pulmão entre os que não fumam, de acordo com um estudo recente realizado pelo Centro Nacional do Câncer do Japão.

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Pesquisadores dizem que o estudo mostrou como o fumo passivo causa mutações genéticas, oferecendo mais evidência dos efeitos prejudiciais da inalação de derivados do tabaco por indivíduos não fumantes.

Eles também pedem leis domésticas mais rigorosas para proibir o fumo em todos os espaços fechados em linha com padrões internacionais.

Atualmente, restaurantes e bares no Japão têm permissão para instalar áreas destinadas a fumantes sob certas condições, o que pode fazer com que clientes inalem fumaça de cigarro involuntariamente.

No estudo, publicado no Jornal de Oncologia Torácica em fevereiro, pesquisadores analisaram sequências de DNA de 291 mulheres não fumantes, das quais 213 vinham sendo expostas ao fumo passivo, e 122 fumantes.

Todas elas passaram por cirurgia para adenocarcinoma pulmonar no Hospital do Centro Nacional do Câncer em Tóquio entre 2011 e 2017.

O adenocarcinoma pulmonar é o tipo mais comum de câncer de pulmão não-pequenas células que afeta células que secretam substâncias como muco.

A equipe descobriu que mutações genéticas associadas a câncer de pulmão eram diferentes entre fumantes e não fumantes que participaram no estudo.

Não fumantes que haviam sido expostas à fumaça de cigarro viram um aumento na expressão do gene APOBEC3B, causado pelas proteínas APOBEC. Tal aumento não foi visto entre fumantes.

Especificamente, nos genes que haviam sofrido mutação em não fumantes que haviam sido expostas ao fumo passivo, 15,6% das mutações envolveram o acúmulo de proteínas APOBEC nas células cancerígenas, ao contrário de 7,32% naquelas que não haviam sido expostas.

As mutações desse tipo foram desigualmente distribuídas nas células tumorais, acrescentaram os pesquisadores, citando que isso pode criar maneiras para células cancerígenas sobreviverem no corpo sob condições diferentes e aumentar suas capacidades de sobrevivência ao tornar medicamentos existentes menos eficazes.

O câncer de pulmão causa cerca de 76 mil mortes no Japão todos os anos, e aproximadamente 1,8 milhão no mundo.

Fonte: Japan Times

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