Entregador é preso em Quioto por invadir casa de mulher e cometer abuso sexual
| Crime
Um entregador de comida foi preso em Quioto por invadir o apartamento de uma cliente e agredi-la sexualmente. Ele já havia feito entregas no local.

Segurança em delivery: entregador preso por invadir residência (ilustrativa/banco de imagens)
A polícia de Quioto prendeu um homem, Daisuke Taniguchi, de 31 anos, entregador de comida, sob a acusação de invadir o apartamento de uma mulher, de 23, e agredi-la sexualmente.
De acordo com as autoridades, Taniguchi já havia entregado comida no apartamento da vítima, localizado no distrito de Saky, em duas ocasiões anteriores. Ele é acusado de invadir a residência entre 3h e 7h45 da manhã do dia 29 de janeiro.
Detalhes do crime e ameaça às vítimas
Durante a invasão, ele teria ameaçado a mulher, dizendo: “Não vou te matar e não quero seu dinheiro. Não chame a polícia”, antes de cometer a agressão sexual.
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A vítima sofreu ferimentos que levaram duas semanas para cicatrizar.
A polícia informou que Taniguchi confessou ter se sentido atraído pela mulher nas duas vezes em que realizou entregas em sua casa.
Embora o Japão seja frequentemente citado como um dos países mais seguros do mundo, crimes de perseguição (stalking) e agressão sexual em domicílio têm gerado debates sobre a necessidade de leis mais severas e melhor suporte às vítimas.
Casos como este expõem a fragilidade do equilíbrio entre a conveniência dos aplicativos e a segurança pessoal. Algumas medidas de precaução que autoridades e especialistas costumam sugerir incluem:
- Entrega sem contato: sempre que possível, utilize a opção “deixar na porta”. Isso evita a interação direta e impede que o entregador visualize o interior da residência
- Identificação de gênero: em aplicativos, o uso de nomes neutros ou iniciais pode reduzir a segmentação por parte de potenciais agressores
- Segurança física: reforçar trancas e evitar abrir a porta completamente para estranhos, mesmo que estejam uniformizados
- Responsabilidade das plataformas: há uma pressão crescente para que empresas de delivery implementem verificações de antecedentes mais rigorosas e sistemas de monitoramento de rota mais precisos
Fonte: JT







