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Sociedade

Governo recorre da decisão que mandou entregar restos mortais do líder da seita executado

O governo do Japão se recusa a entregar os restos mortais do líder da seita Aum Shinrikyo, executado, que causou um dos maiores e mais terríveis ataques terroristas, e entrou com recurso.

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Redação

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Shoko Asahara, então líder do Aum Shinrikyo
Shoko Asahara, então líder do Aum Shinrikyo (NNN)

Na quarta-feira (18), soube-se que o governo do Japão recorreu ao Supremo Tribunal para contestar a decisão do Tribunal Superior de Tóquio que ordenou a entrega à filha, dos restos mortais e do cabelo de Shoko Asahara (Chizuo Matsumoto), então fundador e líder da seita Aum Shinrikyo (Verdade Suprema), que foi executado há 8 anos, após a condenação à pena de morte pelo ataque com gás sarin no metrô de Tóquio.

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A segunda filha vem reivindicando a entrega dos restos mortais e cabelo do pai, mas como o governo do Japão se recusou a fazê-lo, ela entrou com um processo judicial. 

O juiz do Tribunal Superior de Tóquio, no julgamento em segunda instância, em 5 deste mês, decidiu que “a segunda filha está solicitando a transferência dos restos mortais para poder prestar homenagem ao falecido e expressou sua intenção de mantê-los em casa e nunca entregá-los à Aleph ou a qualquer outra pessoa.

Mesmo levando em consideração a natureza especial dos restos mortais, o pedido de transferência não pode ser considerado um abuso de direito”. Assim, tanto na primeira quanto na segunda instância, a filha teve ganho de causa.   

Por que o governo não quer entregar os restos mortais

Nos julgamentos anteriores, a parte do governo argumentou que “é inevitável que os restos mortais se tornem objetos de culto e que existe o risco de isso ter um impacto na segurança pública e na ordem social”.

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Esse é o grande motivo de não querer entregar os restos mortais do executado, afinal, em nome de uma seita, Shoko Asahara cometeu um ato terrorista junto com seus membros, em 20 de março de 1995. 

O ataque com gás sarin matou 13 pessoas e deixou 5,5 mil pessoas feridas, muitas delas com sequelas graves, como perda de visão temporária. 

O líder dessa seita também queria iniciar uma Terceira Guerra Mundial.

Fonte: NHK

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