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Vida sexual e atividades no Japão e no mundo, segundo pesquisas

| Saúde, Bem-Estar e Cotidiano

Uma empresa japonesa divulgou os resultados de uma pesquisa sobre a vida sexual do Japão. Compare os dados com os de outros países.

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Foto ilustrativa (PM)

A vida sexual no mundo é sempre algo que chama a atenção, mas depende de vários fatores como cultura, faixa etária, relações sociais e outros. 

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Segundo o estudo realizado pela empresa Durex, a vida sexual no mundo mostra uma média de 57% de satisfação, sendo que a Índia tem os maiores índices de satisfação física (76%) e emocional (73%).  

Em relação à alta frequência, foram constatados na Grécia (164 ao ano), Brasil (145), e Rússia e Polônia (143).

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A média global para a primeira experiência foi de 17,3 anos.  

Vida sexual no Japão

A Sagami Rubber, fabricante de preservativos, divulgou recentemente os resultados de sua pesquisa “Sexo no Japão – Edição 2026” em um site específico. A pesquisa lança luz sobre o estado atual da vida sexual dos japoneses.

A pesquisa foi realizada online em dezembro de 2025 com 14.312 homens e mulheres sexualmente ativos, com idades entre 20 e 60 anos, em todo o país.

Vida sexual no Japão

Constatou-se que a média da frequência da atividade sexual dos japoneses é de 1,95 vez por semana. Por faixa etária, a maior frequência (4,31 vezes) é na faixa dos 20 anos, com uma tendência de diminuição à medida que a idade avança.

O número de parceiros sexuais foi de 9,78 na média geral, sendo que os homens têm maior número (13,31), enquanto as mulheres têm praticamente a metade (6,38).  

A faixa etária para a primeira experiência sexual foi de 23 para os homens e 21 anos para as mulheres, bem acima da média global.  

Satisfação

Em relação à satisfação com a vida sexual, 67,5% dos entrevistados se declararam satisfeitos. Mas, por gênero, a situação muda: 58,1% para os homens e 75,7% para as mulheres.

A porcentagem de homens “satisfeitos” diminuiu com a idade, enquanto a maior porcentagem de mulheres foi observada na faixa dos 60 anos (82,5%). 

Falta de experiência

A taxa de inexperiência foi de 35,5% para homens na faixa dos 20 anos e 31,9% para mulheres. Dos 20 aos 50 anos, os homens apresentaram maior probabilidade de serem inexperientes do que as mulheres.

Taxa de infidelidade entre solteiros e casados

Na vida sexual dos homens, a taxa de infidelidade mais alta foi de 37,2% na faixa dos 20 anos. Considerando a faixa etária geral e o estado civil, 21% dos homens casados ​​e 38,8% dos homens solteiros relataram infidelidade.

Em relação às mulheres, a maior taxa de infidelidade foi para as não casadas na casa dos 40 anos (29%). Em relação às casadas, o maior índice (14,3%) foi na faixa dos 20 anos.

Situação amorosa dos solteiros

Embora a taxa de namoro tenha sido maior entre as mulheres (37,9%) do que entre os homens (28,5%), constatou-se que mesmo entre os jovens na faixa dos 20 anos, um em cada dois (51%) não está namorando.

Fontes: Sagami Rubber e Durex

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