A moeda americana teve uma valorização histórica, chegando a 6,2065 reais na abertura do mercado na terça-feira (17), horário do Brasil. Renovou o recorde desde 1994, ano da criação do real. Em 29 de novembro o dólar bateu R$6.
Mais tarde, a moeda brasileira estabilizou em 6,10 reais, deixando os analistas de mercado temerosos. Segundo o G1, “A queda acontece após Banco Central (BC) realizar mais duas intervenções no mercado de câmbio para reduzir a pressão do dólar sobre o real. O primeiro leilão vendeu US$ 1,2 bilhão, o segundo, US$ 2 bilhões. O movimento de forte alta não foi revertido, mas amenizou e voltou aos R$ 6,12”.
Tanto fatores domésticos como externos afetaram as negociações. No Brasil, os investidores continuam atentos à votação do pacote de corte de gastos da Câmara dos Deputados. Ao longo dos últimos dias, o governo liberou cerca de R$7 bilhões em emendas parlamentares para destravar a votação.
No mercado internacional, os investidores estão atentos à reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano), que nesta semana decide em quanto baixará os juros básicos dos Estados Unidos.
Para quem reside no Japão pode parecer que é um momento de oportunidade, pois ao fazer a remessa financeira a sensação é de ganho para quem recebe.
No entanto, vale lembrar que essa sequência de altas da moeda americana no Brasil, os bens de consumo também têm aumentado os preços, portanto, para a população a situação é péssima.
Fontes: G1 e Agência Brasil 


