O uso de cinto de segurança é obrigatório no Japão, de acordo com a lei n.º 71 da Lei de Trânsito Rodoviário, desde 1.º de junho de 2008, seja em carro próprio, no táxi e em outros veículos. No entanto, normalmente quem se senta no assento traseiro costuma não usá-lo.
Nesse quesito do banco traseiro, a província de Gifu ficou em 1.º lugar no país no percentual do uso do cinto de segurança, de acordo com os resultados de uma pesquisa realizada pela Federação Japonesa de Automóveis (JAF), em 2024.
É a única província do Japão onde a taxa de uso em vias públicas excede 60% (61,5%), enquanto a média nacional é de 45,5%, ou seja 20 pontos percentuais a mais.
Em relação ao uso, tanto pelo motorista quanto pelo passageiros, nos assentos da frente, a média nacional é de 99,2% enquanto em Gifu é de 99,3%.
A importância do uso do cinto de segurança no banco traseiro
Quando o carro bate em um muro a uma velocidade de 55 km/h, o boneco, que não está usando o cinto, é jogado para frente, bate a cabeça no banco do motorista e, pelo impacto, é jogado para o teto do veículo (veja em vídeo abaixo).
De acordo com o site da Polícia da Província de Gifu, 26 das pessoas que morreram em acidentes de trânsito no ano passado eram passageiros de carros. Destas, 12 pessoas que morreram não usavam o cinto de segurança. Avalia-se que se estivessem usando não teriam morrido.
Algumas províncias e seus percentuais de uso de cinto de segurança no banco de trás:
- 57,1% em Gunma
- 56,4% em Saitama
- 50,1% em Tóquio
- 47,4% em Fukui
- 42,2% em Shizuoka
- 41,4% em Aichi
- 43,7% em Mie
- 46,9% em Shiga
- 54,7% em Shimane
A pior província é de Okinawa (14,4%) e há 7 outras com percentuais na faixa dos 30%.
Assista ao vídeo produzido pela JAF e veja o impacto de quem não usa o cinto.
Fontes: Nagoya TV e JAF 


