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‘48 horas antes que o inferno se abata sobre eles’: recado de Trump para Irã

Trump mandou um recado através de sua rede social ao Irã, dizendo que o ‘inferno’ pode se abater sobre o país. Teerã respondeu imediatamente: ‘os portões do inferno se abrirão para vocês’.

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Redação

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Ambos falam em ‘inferno’: a tensão aumentou!
Imagem ilustrativa (PM)

O prazo de 10 dias que o presidente dos EUA, Donald Trump, deu ao Irã para reabrir o Estreito de Ormuz está se esgotando. Na rede social, ele mandou um recado direto: “48 horas antes que o inferno se abata sobre eles”, às 11h05 de sábado (4), horário de Washington.

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Para relembrar, em relação à Operação Epic Fury contra o Irã, Trump publicou em 26 de março que o período para não destruir as instalações de energia “terminará às 20h, horário do leste dos EUA, na segunda-feira, 6 de abril”, estrategicamente ou não, poupando a Páscoa.

No horário de Tóquio, o prazo é 9h de terça-feira (7).

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Teerã responde: EUA verão os portões do inferno se abrindo

O comandante do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya, de Teerã, descreveu o ultimato de 48 horas do presidente Donald Trump ou o “inferno” para que o país chegasse a um acordo com Washington como “insensato“.

“Numa manobra desesperada, raivosa e desequilibrada, ele ameaçou nossa infraestrutura”, disse Ali Abdollahi. Acrescentou: “Os portões do inferno se abrirão para vocês“.

Após a Reuters ter afirmado, no sábado, citando um oficial militar israelense, que Jerusalém está se preparando para atacar instalações de energia iranianas, fontes próximas às autoridades decisórias do Irã disseram à agência de notícias Tasnim que “duas das principais usinas de energia que fornecem eletricidade ao regime israelense foram adicionadas à ‘lista de alvos’ da Sala de Guerra Conjunta da Frente de Resistência”.

Irã derrubou aeronaves dos EUA

Ambos falam em ‘inferno’: a tensão aumentou!
Imagem meramente ilustrativa (IA)

A mídia americana e iraniana noticiou que dois caças americanos foram abatidos em um ataque iraniano, deixando um tripulante desaparecido.

Com as negociações diretas para um cessar-fogo entre os EUA e o Irã paralisadas, há preocupações com uma escalada na troca de ataques.

A agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária do Irã, noticiou na sexta-feira (3), que a IRGC abateu um caça americano no centro do Irã.

Por outro lado, a imprensa americana divulgou que foi abatido um caça F-15. Um dos dois tripulantes foi resgatado e outro ainda não.

Além disso, a imprensa americana noticiou que um avião de combate A-10 Thunderbolt foi atacado e caiu perto do Estreito de Ormuz, na noite de sexta-feira, horário local, e que uma pessoa a bordo foi resgatada.

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Segundo a agência de notícias iraniana Tasnim, de quinta-feira (2), o Irã está facilitando o trânsito marítimo seguro pelo Estreito de Ormuz para embarcações não hostis, sem pedágio, ao mesmo tempo que restringe aquelas ligadas a agressores, em conformidade com o direito internacional, disse o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi.

Na sexta-feira, o mesmo ministro disse que “a insegurança no Estreito de Ormuz, foi imposta como resultado da agressão militar dos EUA e de Israel contra o Irã”.

Araqchi observou que, atualmente, embarcações pertencentes a países não envolvidos na agressão têm permissão para transitar pelo estreito em coordenação com as Forças Armadas do Irã.

Para que o “inferno” não aconteça 

No entanto, no sábado, segundo a Tasnim, “Um clérigo iraniano afirmou que os países preocupados com a segurança do estratégico Estreito de Ormuz devem apoiar os esforços para retirar as forças americanas da região, argumentando que a estabilidade depende do fim da presença militar de Washington no Oriente Médio”.   

Assista ao vídeo do segundo avião dos EUA no momento em que foi abatido pelo Irã.

Fontes: NHK, Jerusalem Post, Tasnim, Iran Intl e Times of Israel

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