Um homem preso por abandonar o corpo de seu filho, que estava desaparecido há semanas, confessou ter matado o menino e supostamente escondeu o cadáver em diferentes locais para evitar a busca policial na província de Quioto, informou a polícia local na quinta-feira (16).
A prisão na manhã de quinta-feira marcou uma reviravolta dramática na investigação, que começou quando o menino desapareceu no dia 23 de março, após o pai alegar tê-lo levado à escola.
Yuki Adachi, de 37 anos, padrasto de Yuki, de 11, é o principal suspeito de esconder e abandonar o corpo na cidade de Nantan entre a manhã de 23 de março e a tarde de segunda-feira (13).
Confissão e descoberta do corpo
Uma fonte da investigação citou o suspeito, que foi enviado aos promotores na quinta-feira, como tendo confessado o assassinato de seu enteado.
Uma investigação está em andamento para determinar por que e como o menino morreu, já que a causa da morte de Yuki, estimada para ter ocorrido no final de março, ainda não foi determinada.
Seu corpo foi encontrado na segunda-feira, sem ferimentos externos óbvios, em uma área rural em Nantan.
Durante uma coletiva de imprensa, a polícia local afirmou que o menino estava vivo na manhã de 23 de março, dia em que foi dado como desaparecido. As autoridades também destacaram que não haviam recebido nenhum relato de abuso ou agressão envolvendo o menino.
A polícia local identificou o suspeito com base em evidências, incluindo imagens de câmeras de vigilância, e acredita que Yuki Adachi agiu sozinho no crime.
Contradições no depoimento e evidências
Inicialmente, ele disse à polícia que havia deixado o menino perto da Escola Primária Sonobe por volta das 8h do dia 23 de março.
Embora a polícia tenha admitido na coletiva de imprensa que ele dirigiu para perto da escola, eles se recusaram a confirmar se o menino estava realmente no carro.
À medida que a busca se intensificava, um parente do menino encontrou sua mochila escolar em uma área de mata a cerca de 3Km da escola primária no dia 29 de março, segundo a polícia.
No dia 12 de abril, a polícia encontrou um par de tênis pretos, possivelmente pertencente ao menino, perto da mata entre a escola e a casa do suspeito.
Fonte: MN



