Para quem não abre mão de um bolinho, pastel, carne à milanesa, frango empanado ou tempura, prepare o bolso, pois os óleos de cozinha vão ficar mais caros.
O Grupo Nisshin Oillio anunciou na segunda-feira (20) que aumentará os preços de seus óleos de cozinha para usos doméstico e comercial a partir das entregas de 1º de junho.
Os aumentos de preços serão aplicados a produtos feitos com soja, canola e outras matérias-primas. Os preços para uso doméstico subirão de 11% a 15%.
Por exemplo, o Óleo de Canola Nisshin (1.000 g) terá um aumento de aproximadamente 15%. Os para uso comercial e para fabricantes de alimentos processados terão um aumento de 17% a 21%.
Matérias-primas dos óleos de cozinha mais caras
O mercado de matérias-primas para óleos comestíveis está em alta.
Isso se deve, em parte, ao aumento da quantidade obrigatória de óleo de soja na mistura de biocombustíveis nos Estados Unidos, bem como à crescente demanda por alternativas aos biocombustíveis devido ao aumento dos preços do petróleo bruto causado pela situação tensa no Oriente Médio.
As empresas repassarão o aumento dos custos de logística e de embalagem.
Outra fabricante de óleos já anunciou o mesmo
A J-Oil Mills também anunciou aumentos de preços de 9 a 14% para produtos de óleo para uso doméstico e de 7 a 11% para produtos de óleo para uso comercial e de processamento, com início nas entregas de 1º de abril.
Outras devem fazer o mesmo
Os óleos de cozinha são uma matéria-prima fundamental amplamente utilizada na indústria de serviços alimentares, no processamento e distribuição de alimentos, e esse aumento de preço afetará diversos setores, impactando os preços dos alimentos e os custos logísticos.
Dependendo das tendências nos preços das matérias-primas e nos custos logísticos, novas revisões de preços poderão ser consideradas, e espera-se que a pressão de alta nos custos continue em toda a cadeia de suprimentos.
Fontes: Nikkei e Logi Today 


