Governo japonês aprova plano de novo tratamento para câncer

O governo japonês aprovou um novo plano para combater o câncer, o qual inclui promover o uso de medicina genômica.

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O câncer é a causa número um de morte no Japão (imagem ilustrativa)

O governo japonês aprovou um novo plano para combater o câncer, o qual inclui promover o uso de medicina genômica, divulgou a NHK.

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O plano foi aprovado em uma reunião do gabinete na terça-feira (24). Ele expõe como o governo vai combater a doença ao longo dos próximos seis anos.

O câncer é a causa número um de morte no Japão. Um em cada dois japoneses desenvolve a doença em um dado momento.

O plano tem três pilares: prevenção do câncer, aprimoramento do tratamento do câncer e suporte aos pacientes para que eles possam conviver com a doença em suas comunidades de forma segura.

O plano envolve promover o uso de medicina genômica, que escolhe medicamentos eficazes com base nas informações genéticas dos pacientes. O suporte será adaptado a cada paciente com base na idade e gênero, além disso, assistência será fornecida àqueles que estão em busca de trabalho ou que sofrem de demência.

O plano também visa oferecer melhor tratamento para tipos raros de câncer e aqueles intratáveis.

O ministério da saúde esperava incluir uma meta numérica para erradicar o fumo passivo até 2020, contudo, abandonou a proposta após falhar em alcançar um consenso em como realizá-lo.

O ministro da saúde, Katsuonobu Kato, disse aos repórteres que o ministério trabalhará duro para apresentar um projeto de lei à assembleia assim que possível sobre a erradicação do fumo passivo.

Fonte: NHK
Imagem: Bank Image

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Estufa digital no meio da cidade atrai visitantes 

Publicado em 25 de outubro de 2017, em Conhecendo o Japão

Nessa estufa futurística, os visitantes podem aprender sobre agricultura. Além disso, ao tocar nos vegetais, uma série de luzes e sons é acionada. Confira!

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A estufa digital está bem na central de Tóquio (Japanese, Art, Design and Culture)

Há cerca de 20 anos era possível andar por Tóquio e tropeçar em terrenos de solo arável, com uma pequena banca vendendo vegetais acabados de colher. Essas fazendas urbanas praticamente desapareceram.

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Contudo, agora, um dos lugares mais improváveis, uma fazenda encapsulada por uma estufa digital e tecnicolor brotou, e está recebendo visitantes com aroma, toque e aprendizado sobre agricultura.

A Digital Vegetables, ou Digi Vege, como o projeto está sendo chamado no Japão, é o trabalho da PARTY e está localizado no jardim da Tokyo Midtown. Ele faz parte do evento 2017 Design Touch do local e, como o próprio nome indica, encoraja os visitantes a darem um passo para dentro da estufa digitalmente equipada e futurística e tocar sete tipos diferentes de vegetais cultivados nela.

O toque gentil nos vegetais desencadeia uma série de luzes e sons (Japanese, Art, Design and Culture)

O toque nos vegetais desencadeia uma série de luzes e sons, todos controlados por um sistema meticulosamente programado e projetado para espalhar ideias sobre formatos e cores que crescem sob o solo. “Comece ao apertar os sete tipos de vida que agora estão crescendo fortes no solo,” diz Naoki Ito, que foi responsável pela direção geral. “Então, banhe-se no design dos vegetais, aprimorados por vídeos e sons.”

Confira um vídeo:

O designer de som Ray Kunimoto gravou sons de sementes friccionando, toque de folhas e frutas sendo consumidas.” Os tomates são o violino, as cenouras são o trompete, o repolho é o oboé, as batatas-doces são o piano, as berinjelas são a harpa, as abóboras são o clarinete,” disse Kunimoto que misturou sons atuais dos vegetais a instrumentos de orquestra.

A recomendação é ir na estufa entre 17h e 21h para ver a iluminação também ( Japanese, Art, Design and Culture)

O Digital Vegetables está em exibição no Tokyo Midtown até o dia 5 de novembro. A entrada é gratuita e o horário de funcionamento é das 11h às 21h. Entretanto, o site Japanese, Art, Design and Culture recomenda ir entre as 17h e 21h para ver a iluminação noturna.

Fonte e imagens: Japanese, Arte, Design and Culture

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