Creches testam sensores para prevenir a síndrome da morte súbita infantil

Em 2016, houve 13 casos de crianças que morreram em creches no Japão, das quais 10 ocorreram durante o sono.

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Funcionária de creche verifica um iPad ligado a sensores que monitoram a respiração e postura de dormir da criança para prevenir a morte súbita. O sistema pode ajudar a reduzir a aguda escassez de trabalhadores na indústria relacionada (Kyodo)

Creches em áreas metropolitanas começaram a usar sensores para monitorar as crianças quando elas estão dormindo, visando prevenir a síndrome da morte súbita infantil – SIDS –  em meio a uma escassez de funcionários.

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A medida tem o objetivo de ajudar as cuidadoras a detectarem anormalidades com mais rapidez e reduzir a pressão psicológica de verificação constante da respiração e postura que as crianças dormem.

Em 2016, houve 13 casos de crianças que morreram em creches no Japão, das quais 10 ocorreram durante o sono, de acordo com o escritório do gabinete.

De acordo com o ministério da saúde, houve cerca de 100 casos todos os anos de síndrome da morte súbita infantil – mortes sem explicação que normalmente ocorrem durante o sono – entre bebês aparentemente saudáveis com menos de um ano de idade.

Embora as causas da SIDS continuem desconhecidas, o ministério pede às cuidadoras que coloquem as crianças para dormir de barriga para cima para reduzir o risco.

“É muito útil que (um aparelho) faça a mediação de forma precisa a cada cinco minutos”, disse Misako Higuchi, líder da creche Global Kids em Tóquio no mês de janeiro.

Um tablet mantido por uma das funcionárias da creche mostrou a postura de cada criança tirando um cochilo na instalação, enquanto arcos indicavam se elas estavam de barriga para cima ou de lado.

A creche está fazendo parte de um experimento mais amplo organizado por um grupo de estudo que envolve o Ministério da Economia, Comércio e Indústria.

Uma vez acoplado nas roupas de baixo que as crianças usam, sensores finos e arredondados de cerca de quatro centímetros em diâmetro monitoram os movimentos do corpo durante o sono. Os tablets alertam as cuidadoras se uma criança para de respirar ou começa a dormir de barriga para baixo.

Outros sensores podem ser colocados sob os lençóis.

Fonte: Kyodo
Imagem: Bank Image

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Domo vulcânico gigante é confirmado na Caldeira de Kikai do Japão

Publicado em 12 de fevereiro de 2018, em Sociedade

A descoberta do domo vulcânico gigante foi publicada na edição eletrônica do jornal científico britânico Scientific Reports.

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Caldeira de Kikai, ao sul da ilha de Kyushu (imagens: Google Maps, Wikimedia/Batholith)

O Centro de Exploração do Fundo Oceânico de Kobe – KOBEC – anunciou em 9 de fevereiro que um dos maiores domos vulcânicos – ou domos de lava – do mundo foi descoberto na Caldeira de Kikai, um vulcão submarino localizado a cerca de 50 quilômetros ao sul da Península de Satsuma, província de Kagoshima.

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O domo vulcânico, que mede 600 metros de altura, 10 quilômetros em diâmetro e mais de 32 quilômetros cúbicos em volume, pode ser um sinal de que uma ampla câmara de magma capaz de desencadear uma enorme erupção da caldeira está crescendo, segundo o KOBEC.

A Caldeira de Kikai é uma cavidade de 20 quilômetros de diâmetro criada por uma massiva erupção há cerca de 7.300 anos, a qual dizem ter destruído a cultura Jomon em toda a ilha de Kyushu. A KOBEC explorou o fundo da caldeira três vezes durante um período de dois anos até outubro de 2017, usando o Fukae Maru, um navio de treinamento que pertence à escola de graduação da Universidade de Kobe, e confirmou que havia um domo – uma espécie de cúpula – na caldeira.

De acordo com o KOBEC, o arquipélago japonês passou por um total de 10 massivas erupções de caldeira e cada uma espalhou magma a pelo menos 40 quilômetros cúbicos ao longo dos últimos 120 mil anos e a última foi aparentemente aquela que deu origem à Caldeira de Kikai.

“Embora a probabilidade de uma gigante erupção de caldeira atingindo o arquipélago japonês seja de 1% nos próximos 100 anos, estima-se que a taxa de mortes poderia aumentar para aproximadamente 100 milhões no pior dos cenários”, comentou o professor Yoshiyuki Tatsumi, líder da KOBEC e especialista em magma.

Os documentos sobre a descoberta do domo vulcânico gigante foram publicados na edição eletrônica do jornal científico britânico Scientific Reports em 9 de fevereiro.

Fonte: Mainichi
Imagem: Google Maps, Wikimedia

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