Japão poderá adiar anúncio do nome da nova era até o final do ano

O governo quer divulgar o nome da nova era de maneira apropriada para prevenir confusão pública e interrupção nas atividades econômicas.

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O Imperador Akihito abdicará em 30 de abril de 2019 (Wikimedia/State Department photo by William Ng / Public domain)

O governo pode não anunciar o nome da nova era, que terá início com a ascensão do Príncipe Naruhito ao trono do Crisântemo em 2019, até o final do ano ou depois, segundo fontes.

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De acordo com a Jiji Press, o governo quer divulgar o nome cedo o suficiente para prevenir confusão pública e interrupção nas atividades econômicas, mas há preocupações de que um anúncio precoce desnecessário também poderia criar confusão e aquecer o debate sobre a escolha do nome.

Preocupações também surgem uma vez que se o nome da nova era for revelado, a atenção pública pode mudar rapidamente do Imperador Akihito – que abdicará em 30 de abril de 2019 – para seu sucessor, que assumirá trono em 1º de maio.

“Estamos trabalhando de uma maneira apropriada sobre a época para divulgar o novo nome de era, enquanto consideramos os possíveis efeitos na vida diária das pessoas”, disse o secretário-chefe do gabinete Yoshihide Suga na sexta-feira (16).

Fonte: Jiji
Imagem: Wikimedia

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Empresas asiáticas fazem grandes investimentos no Brasil

Publicado em 19 de fevereiro de 2018, em Sociedade

De acordo com a Fenabrave, as vendas de veículos novos no Brasil totalizaram 2,23 milhões em 2017.

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Empresas como a Hyundai e a Toyota tiveram grandes fatias de um mercado há muito tempo dominado por empresas europeias e dos Estados Unidos.

Enquanto as vendas de automóveis no Brasil tenham se recuperado de uma profunda queda, o panorama de mercado mudou drasticamente.

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Fabricantes asiáticas de automóveis, principalmente a Hyundai Motor da Coreia do Sul, assim como a Toyota Motor e a Honda Motor do Japão, tiveram grandes fatias de um mercado há muito tempo dominado por empresas europeias e dos Estados Unidos.

Vendas de carros novos no Brasil cresceram em 2017 pela primeira vez em cinco anos, levando tanto as fabricantes ocidentais como as japonesas a anunciarem planos para aumentar investimentos em antecipação de vendas maiores em um imenso mercado potencial de mais de 200 milhões de pessoas.

Até há poucos anos, o mercado era dominado por um trio de fabricantes – a Fiat da Itália, a Volkswagen da Alemanha e a General Motors dos Estados Unidos.

Mas isso começou a mudar enquanto uma bolha emergiu e colapsou repentinamente ao longo dos cinco anos. A participação de mercado combinado das três empresas caiu de 62% em 2012 para cerca de 44% em 2017.

As participações de asiáticas como a Hyundai e as grandes fabricantes japonesas, enquanto isso, começaram a aumentar.

A Fiat e a Volkswagen, em particular, perderam terreno de forma significativa, enquanto a participação de mercado da Hyundai – cujos carros podem ser vistos em vários lugares nas ruas do Brasil atualmente – aumentaram de 3% para 9,3%.

A participação da Toyota aumentou de 3,1% para 8,8% e a da Honda aumentou de 3,7% para 6%. Já a da Nissan Motor subiu de 2,9% para 3,6%.

Enquanto as vendas anuais da Toyota cresceram ao longo do período de cinco anos, suas vendas por cliente diminuíram devido à introdução do subcompacto Etios, que se encaixa na chamada zona de preço “volume”.

A Honda, enquanto isso, construiu uma nova fábrica no Brasil em antecipação a uma demanda maior, embora ela ainda tenha que entrar em operação.

De acordo com a Fenabrave, a federação nacional de distribuição de veículos automotores, as vendas de veículos novos no Brasil  totalizaram 2,23 milhões de veículos em 2017, alta de 9,2% ante o ano anterior, mais ainda é menor do que o recorde de 3,8 milhões em 2012, quando um auge de recursos sustentou a economia.

Fonte: Nikkei
Imagem: Bank Image

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