Primeiro japonês militante islâmico preso na Síria

O japonês Mohamed Saifra Ozaki, ex-professor adjunto da Universidade Ritsumeikan, está preso na Síria, suspeito de ser membro do Estado Islâmico.

Japonês está preso na Síria (FNN)

A imprensa da Síria informou no dia 20 deste mês que o é o primeiro japonês integrante do Estado Islâmico a ser preso.

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Ele já foi professor adjunto da Universidade Ritsumeikan e estava sendo procurado como suspeito de ter participado do ataque terrorista em Daca, Bangladesh, em 2016. Nesse ataque 24 pessoas foram mortas, incluindo 7 japoneses.

No entanto, a mídia de lá divulgou que ele foi o mentor do ataque e não participante do ataque. Em 2017 um jornal local informou que ele era o líder da sucursal do Estado Islâmico em Bangladesh.

Teria sido nomeado em 2015 quando foi para a Turquia em junho de 2015. Cita também o nome do seu mestre muçulmano, um japonês.

Ozaki se naturalizou japonês

Ele veio ao Japão como estudante bolsista, para a Ritsumeikan Asia Pacific. Na época era hindu nascido em Bangladesh.

Aprendeu japonês, se converteu ao islamismo e se casou com uma japonesa, adotando o sobrenome dela.

Depois de formado foi contratado como professor adjunto na mesma instituição. Em 2015, ainda dando aula, foi para a Bulgária e não voltou. A universidade o demitiu por longo período de ausência.

Depois de ter se convertido tornou-se radical e é visto como o principal recrutador de pessoas em Bangladesh. A principal ferramenta que ele usou para difusão ideológica e recrutamento foi o Facebook.

Enquanto professor ele teria enviado boa parte do seu salário para financiar o terrorismo.

Segundo a mídia local a esposa e dois dos filhos que o acompanharam acabaram morrendo em um ataque aéreo.

No tempo em que Ozaki era professor na Ritsumeikan (FNN)

Fontes: ANN e FNN

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Canadá vai trazer de volta toneladas de lixo enviadas às Filipinas

Publicado em 23 de maio de 2019, em Ásia

As Filipinas apresentaram vários protestos diplomáticos por causa do lixo que foi enviado entre 2013 e 2014.

Rotulados como plástico reciclável eram na verdade metais e lixo doméstico (NHK)

O governo canadense disse que grandes quantidades de lixo que foram enviadas ilegalmente às Filipinas serão trazidas de volta ao Canadá até o fim de junho.

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Uma empresa canadense transportou contêineres os quais foram descritos como plásticos recicláveis às Filipinas de 2013 a 2014. Contudo, na verdade, eles continham uma variedade de entulhos, como metais e lixo doméstico.

O governo das Filipinas havia exigido que o Canadá levasse de volta as cerca de 2.500 toneladas de lixo abandonado, mas o governo canadense foi relutante em cumprir.

O problema se transformou em uma briga diplomática quando o presidente das Filipinas Rodrigo Duterte ameaçou guerra contra o Canadá por causa do lixo e retirou seu embaixador no país no início deste mês.

O governo canadense disse em uma declaração no dia 22 de maio que contratou uma empresa de transporte para trazer o lixo de volta.

Países que vêm exportando seus lixos estão enfrentando um dilema. A China foi a maior importadora de lixo plástico até ela impor uma proibição no ano passado. Outras nações impuseram restrições de importação mais rigorosas.

Fonte: NHK

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