Universidade no Japão testará se medicamento antiparasitário pode combater coronavírus

O Ivermectina é específico para doenças tropicais que causam cegueira devido a parasitas. Ele não é caro e tem poucos efeitos colaterais.

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Na imagem ilustrativa, vários medicamentos testados para tratar coronavírus, incluindo o Ivermectina (PM)

Já neste verão, para avaliar sua eficácia em tratar o novo coronavírus, a Universidade Kitasato em Tóquio iniciará um teste clínico do medicamento antiparasitário conhecido como Ivermectina.

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A universidade planeja solicitar aprovação do medicamento dentro de 1 ano, após examinar cuidadosamente sua eficácia em várias instituições médicas no Japão. Ela está atualmente considerando qual número de pacientes e tempo da administração do medicamento que permitirá a ela verificar a eficácia.

A universidade tem a intenção de garantir os custos do ensaio através de doações e suporte do governo.

O Ivermectina é um medicamento específico para doenças tropicais que causam cegueira devido a parasitas. Também usado no Japão para tratar condições da pele, ele não é caro e tem poucos efeitos colaterais.

Satoshi Omura, ganhador do Nobel e professor emérito de destaque na universidade, descobriu substâncias relacionadas em micro-organismos no solo nos anos 1970. Atualmente, cerca de 300 milhões de pessoas no mundo tomam o medicamento todos os anos.

Em abril, pesquisadores anunciaram que eles haviam confirmado a eficácia do Ivermectina em suprimir o crescimento do novo coronavírus. Um estudo com 280 pacientes em 4 hospitais na Flórida, nos EUA, reportou em junho que 15% dos pacientes que tomaram o medicamento morreram, um taxa de óbito 40% menor do que entre aqueles que não o tomaram.

Os governos do Peru e Bolívia aprovaram o medicamento em maio, e 18 instituições médicas nos EUA, Espanha e outros países estão conduzindo pesquisa clínica.

A Universidade de Utah e outras instituições reportaram em abril que eles haviam reduzido a taxa de mortalidade de pacientes que tomaram o medicamento ao analisar dados de 169 hospitais no mundo. Entretanto, dizem que os dados de pacientes usados na análise não eram fiáveis. A publicação do documento em um site científico foi suspensa, e o autor renunciou.

Hideaki Hanaki, líder do projeto na Universidade de Kitasato, disse: “Nossa universidade também confirmou a eficácia do medicamento várias vezes através de experimentos usando células. Vários estudos foram conduzidos no exterior, mas queremos realizar uma avaliação rigorosa usando métodos científicos apropriados”.

O Ivermectina se tornou amplamente usado como medicamento antiparasitário e relatos de sua eficácia contra infecções virais começaram a ser publicados em 2011.

“Como o Ivermectina tem várias ações, não fiquei surpreso em ouvir que ele é eficaz para o coronavírus”, disse Omura. “É um medicamento seguro desde que você siga a dosagem, mas é muito importante avaliá-lo apropriadamente e confirmar o efeito no Japão”, disse ele.

Referindo-se ao fato de que o Ivermectina é produzido principalmente na China, ele disse, “Temos que conseguir produzi-lo no Japão”.

Omura esclareceu que consultas começaram junto a companhias nacionais sobre a fabricação do Ivermectina.

Fonte: Yomiuri

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Tóquio considera avançar para o terceiro estágio de reabertura da capital

Publicado em 11 de junho de 2020, em Sociedade

A medida para o estágio 3 de reabertura da cidade ocorre enquanto autoridades estão considerando suspender o “Tokyo Alert” emitido na semana passada.

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Rainbow Bridge acesa em vermelho indicando alerta contra o coronavírus em Tóquio (JNN)

Tóquio está considerando avançar para o próximo estágio de reabertura de seu quadro de referência enquanto um recente aumento nos casos de coronavírus se estabilizou, de acordo com uma reportagem local, uma medida que permitiria negócios, incluindo karaokês e parques temáticos, a reabrirem suas portas.

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A medida para o estágio 3 de reabertura da cidade ocorre enquanto autoridades estão considerando suspender o “Tokyo Alert” emitido na semana passada pedindo vigilância aumentada contra a pandemia, divulgou a TBS, citando um oficial não identificado. Ambas as medidas podem ocorrer na sexta-feira (12), de acordo com a reportagem.

O novo estágio poderia encerrar pedidos feitos a vários negócios para permanecerem fechados, permitindo a reabertura de centros de diversão e internets cafe.

Pachinkos, a maioria dos quais já reabriram apesar de solicitações do governo para se manterem fechados, também serão oficialmente permitidos. Bares e restaurantes terão permissão para servir até a meia-noite, ao contrário do horário até as 22h sob as atuais diretrizes, e eventos de grande escala de até mil pessoas poderiam ser realizados.

A governadora Yuriko Koike emitiu o alerta na semana passada após Tóquio ter registrado 34 casos em um único dia, acendendo luzes vermelhas na cênica Rainbow Bridge para alertar os residentes contra o vírus. Desde então, os casos estabilizaram, com uma média de 7 dias de 18.7 novas infecções, abaixo da referência de 20 da cidade.

Algumas instalações, como casas noturnas e locais de música ao vivo, ainda serão solicitadas a se manterem fechadas até que diretrizes nacionais sejam estabelecidas para negócios com alto risco de produzir clusters (aglomerados) de grandes proporções do vírus.

Autoridades no Japão focaram em evitar o que eles chamam de “Três Cs” (closed spaces, crowded spaces and close-contact settings) ao invés de impor medidas de distanciamento social. Houve 45 novos casos reportados a nível nacional na quarta-feira no país de 126,5 milhões.

Clubes de hostess, assim como outros estabelecimentos de entretenimento adulto, ainda seriam solicitados a permanecerem fechados, embora muitos já tenham retomado as atividades, com falta de habilidade por parte das autoridades de impor pedidos para que esses negócios não operassem.

Os dispersos distritos de entretenimento noturno da cidade vêm sendo culpados por clusters do vírus, levando autoridades a planejarem testes PCR regulares e uma linha direta de suporte para trabalhadores na indústria.

Fonte: Japan Times

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