Primeiro caso de ômicron em Tóquio e mais 3 em Quioto

Tanto na região metropolitana quanto em Quioto são de infecção adquirida na comunidade, pois nenhum deles viajou para o exterior ou teve contato próximo com quem esteve.

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Imagem do SARS-CoV-2 (Wikimedia)

A infecção pela nova variante de coronavírus, a ômicron, que está se espalhando pelo mundo, foi confirmada em Tóquio na sexta-feira (24), em uma pessoa que não viajou para o exterior e tampouco é um contato próximo de alguém que já foi infectado. Por isso, conclui-se que é uma infecção adquirida na comunidade, cuja rota é desconhecida.

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De acordo com a governadora Yuriko Koike, que deu uma entrevista coletiva a partir das 14h, esse primeiro caso trata-se de um médico, na casa dos 50 anos, que trabalha em uma clínica em Tóquio. Ele foi hospitalizado para iniciar o tratamento precocemente.

Existem 5 contatos próximos com este médico, incluindo colegas e a família, os quais testaram negativo. O médico disse que usava protetor facial e máscara durante o trabalho. 

Mais em Quioto

No Japão, as infecções adquiridas na comunidade já foram confirmadas em Osaka e Quioto, na quinta-feira (23), sendo que esta é a primeira vez em Tóquio.

Na tarde de sexta-feira, o governo da província de Quioto anunciou que foram confirmados mais 3 casos, também com infecção adquirida na comunidade, cuja rota não pode ser identificada. 

São uma mulher na casa dos 30 residente em Joyo e um homem na faixa dos 50 anos da cidade de Seika, ambos vacinados

Assim, Quioto está com 4 casos de ômicron.

Fontes: FNN, Kyoto Shimbun e NHK

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Ômicron força Lufthansa a cortar 33 mil voos

Publicado em 24 de dezembro de 2021, em Notícias do Mundo

O Grupo Lufthansa vai cancelar 33 mil voos em janeiro e fevereiro de 2022 devido a uma queda acentuada nas reservas.

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Uma aeronave da Lufthansa em Munique, Alemanha (banco de imagens)

O Grupo Lufthansa vai cancelar 33 mil voos em janeiro e fevereiro de 2022 devido a uma queda acentuada nas reservas, resultado da rápida propagação da variante ômicron da Covid-19, disse o chefe executivo da companhia, Carsten Spohr.

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Além disso, Spohr disse a um jornal alemão na quinta-feira (23) que a empresa está sendo forçada a operar outros 18 mil voos “desnecessários” durante o inverno a fim de garantir slots em aeroportos europeus.

O grupo aéreo, que inclui a Swiss, Austrian Airlines, Brussels Airlines e Eurowings, está sofrendo com a falta de passageiros em alguns de seus mercados internos da Alemanha, Suíça, Áustria e Bélgica, acrescenta Spohr, visto que esses países estão atualmente vivenciando um outro aumento das infecções por coronavírus.

Fonte: Flight Global

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