Nitto Denko terá que pagar 32,46 milhões de ienes a 60 brasileiros que o levaram ao tribunal

O valor dessa decisão ficou bem aquém do reclamado e o grupo demandante não ficou satisfeito porque nem todas as disparidades foram reconhecidas.

Coletiva de imprensa do demandante brasileiro e a banca de advogados, após o julgamento (Ise Shimbun)

O juiz do Tribunal Distrital de Tsu (Mie) bateu o martelo para uma ação civil movida contra a Nitto Denko, sediada em Osaka, uma grande empresa de componentes eletrônicos, por 60 trabalhadores nikkeis brasileiros não regulares que trabalham na planta de Kameyama (Mie).

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A decisão do juiz, na quinta-feira (16), foi de aceitar parcialmente a reclamação da disparidade salarial, em relação aos 60 brasileiros que executam as mesmas tarefas nas mesmas condições de trabalho que os colegas com contratação regular, e condenou a empresa a pagar aproximadamente 32,46 milhões de ienes. Ele disse que algumas disparidades são inconsistentes.

O grupo de trabalhadores brasileiros entrou com a ação judicial requerendo indenização pelos danos, de cerca de 289 milhões de ienes, pelas diferenças de tratamento em relação a auxílio-transporte, auxílio-doença, licença-refeição, gratificação e salário, férias anuais remuneradas, licenças especiais e programas assistenciais. Algumas não foram consideradas razoáveis e citou que os funcionários regulares têm outras obrigações administrativas, por isso têm os subsídios a mais.

“É inaceitável que não recebamos os bônus, embora a responsabilidade seja a mesma dos funcionários regulares“, disse um dos demandantes, o brasileiro Milton H. Ii ou Inoi (井伊博之ミルトン), manifestando intenção de recorrer.

Fontes: Chunichi, Ise Shimbun e Asahi

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Funcionária é suspensa por ir ao cinema e fazer compras enquanto estava em home office

Publicado em 17 de março de 2023, em Sociedade

A funcionária do governo de Nagoia foi várias vezes ao cinema, lojas de roupas e outros locais, apesar de estar a serviço em casa em meio à pandemia de coronavírus.

Ilustrativa (banco de imagens)

O governo municipal de Nagoia (Aichi) suspendeu na quinta-feira (16) uma mulher em cargo de chefe de setor por 1 mês e a rebaixou para outra unidade por ir várias vezes ao cinema, lojas de roupas e outros locais, apesar de estar a serviço em casa em meio à pandemia de coronavírus.

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De acordo com o Governo Municipal de Nagoia, em 29 de agosto de 2022, a mulher de 54 anos do departamento de assuntos gerais estava programada para trabalhar de casa, mas ficou na província de Nagano para uma viagem de negócios no dia seguinte.

Além disso, enquanto trabalhava de casa de dezembro de 2022 a janeiro de 2023, ela aparentemente vendeu itens de vestuário em um loja de segunda mão em Nagoia, foi ao cinema e a uma loja de roupas.

Em setembro de 2022, uma indicação anônima foi endereçada ao prefeito e a cidade investigou o assunto. A mulher teria explicado que suas ações eram destinadas a reunir informação relacionada ao trabalho.

O governo municipal exigirá que a mulher devolva aproximadamente ¥60 mil (US$450) em salários e outros benefícios pelas 15 horas as quais foi possível confirmar que ela não estava fazendo home office.

Fonte: Mainichi

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