Feriado de Golden Week: como ficará o preço da gasolina comum

Os preços dos combustíveis estão passando por uma dupla crise, por isso se pensa em viajar no feriadão, é bom seguir o conselho de um especialista.

Imagem de arquivo de uma via expressa no feriado (ANN)

A uma semana do feriado de Golden Week, quando as pessoas costumam viajar de carro para visitar familiares ou conhecer novos lugares, saiba como poderá ficar o preço da gasolina comum.

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Embora a média nacional do litro da gasolina comum seja de ¥171,3 o litro, há locais em que chega a 200 ienes, como em um posto de abastecimento em Tóquio. E nesse lugar, se pagar em espécie, sobe ainda mais, com preço de 205 ienes. Se costuma abastecer com a de alta octanagem, a média nacional é de 182,3 ienes.

Os preços dos combustíveis passam por uma fase difícil, com duas crises. Uma delas é o alto preço do petróleo bruto e a outra do iene historicamente enfraquecido.

O Japão depende do Médio Oriente para 94% das suas importações de petróleo bruto. O conflito entre o Irã e Israel é um fator que faz subir os preços do petróleo.

E como o petróleo bruto é geralmente negociado em dólares, quanto mais o iene se desvaloriza, mais custa a importação.

Yusuke Munutaka, presidente da empresa GoGo Lab, gestora do site gogo.gs que atualiza os preços dos combustíveis, faz uma análise. “Normalmente, os preços da gasolina continuariam a subir, mas como o governo continua fornecendo subsídios, permanecerão inalterados durante a Golden Week deste ano”, apontou.

Porém, adverte sobre as diferenças regionais. “Ao olhar para cada província, há uma diferença considerável. Por isso, acho que é uma boa ideia verificar os preços do destino antes de sair para viajar”, recomenda.

De uma província para outra a diferença de preço no litro da gasolina comum pode chegar a 20 ienes.

Foto ilustrativa de abastecimento do carro em um posto de gasolina self service (ANN)

Fonte: ANN

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Vendas de suplementos caem no Japão após hospitalizações

Publicado em 22 de abril de 2024, em Sociedade

A queda ocorreu após a Kobayashi Pharmaceutical ter relatado que algumas pessoas desenvolveram problemas de saúde após consumirem seus suplementos alimentares.

O declínio nas vendas foi notavelmente visto em suplementos os quais afirmam reduzir os níveis de colesterol (ilustrativa/banco de imagens)

As vendas de suplementos no Japão os quais afirmam ter benefícios para a saúde caíram 7,7% ante o ano anterior após relatos de hospitalizações ligadas a um suplemento alimentar de arroz fermentado vermelho, o beni koji, de acordo com dados recentes da indústria.

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De acordo com a empresa Intage Inc, as vendas de suplementos classificados como alimentos os quais afirmam benefícios funcionais ao corpo caíram na semana de 25 de março pela 1ª vez em 11 semanas para ¥870 milhões em meio a preocupações crescentes com tais produtos.

A queda ocorreu após a Kobayashi Pharmaceutical ter relatado em 22 de março que algumas pessoas desenvolveram problemas de saúde após consumirem seus suplementos alimentares contendo arroz vermelho fermentado, conhecido como beni koji. Posteriormente, a empresa relatou que 5 pessoas morreram após consumirem o produto.

O declínio nas vendas foi notavelmente visto em suplementos os quais afirmam, como os produtos vendidos pela Kobayashi Pharmaceutical, reduzirem os níveis de colesterol, de acordo com estimativa baseada em dados de caixas registradoras de aproximadamente 6 mil supermercados, lojas de conveniência e farmácias, disse a Intage.

Antes do escândalo, o mercado para suplementos os quais afirmam ter benefícios funcionais ao corpo, como auxiliar na redução de gordura ou melhorar a função dos olhos, vinha expandindo, particularmente em meio ao crescente interesse em questões de saúde após a pandemia de coronavírus.

As vendas aumentaram 16% em 2023 ante o ano anterior para ¥49,1 bilhões.

A classificação introduzida em 2015 permite que companhias denominem seus produtos como benéficos para a saúde baseada em evidencia científica apresentada à Agência de Assuntos do Consumidor, mas eles não passam por inspeções do governo sobre segurança ou eficácia.

Fonte: Asia Nikkei

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