Homem cujo corpo produz álcool se livra de condenação por embriaguez

Homem acusado de dirigir bêbado é absolvido porque seu corpo ‘produz álcool’.

O belga de 40 anos provou que tem a Síndrome da Autocervejaria (ilustrativa/banco de imagens)

Um homem na Bélgica com uma condição metabólica muito rara a qual faz com que seu corpo produza álcool, teve uma acusação de condução sob influência de bebida álcoólica dispensada no tribunal na segunda-feira (22).

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O belga de 40 anos provou que tem a Síndrome da Autocervejaria (ABS) a qual faz com que carboidratos em seu corpo sejam fermentados, aumentando os níveis de etanol em seu sangue e resultando em sinais de embriaguez.

Sua advogada, Anse Ghesquiere, confirmou o caso incomum à agência de notícias AFP após a mídia belga ter divulgado a situação.

Ela disse que cientistas acreditam que o número de casos de ABS no mundo seja subestimado. Atualmente, apenas 20 pessoas globalmente foram oficialmente diagnosticadas com a condição.

Ghesquiere enfatizou que seu cliente – cuja identidade não foi revelada- mostrou evidências de sua ABS após testes realizados por 3 médicos.

O tribunal reconheceu que fatores imprevistos pela lei foram aplicados ao caso do homem e o absolveram da acusação.

Ele acabou no tribunal após a polícia, em abril de 2022, ter parado seu veículo e registraram o nível de seu teste do bafômetro em 0.91ml de álcool por litro, e novamente 1 mês depois quando sua respiração continha 0.71ml.

O limite permitido na Bélgica é de 0.22ml por litro de ar exalado, o que corresponde a um nível de álcool no sangue de 0.5g por litro.

Anteriormente, em 2019, o homem havia sido multado e teve sua habilitação suspensa, apesar de protestar que ele não havia ingerido álcool.

Aparentemente, ele não tinha consciência de sua síndrome antes de seu mais recente encontro com a polícia.

Ghesquiere disse que ela e seu cliente estavam aguardando uma notificação formal da absolvição.

Enquanto isso, o homem estava seguindo uma dieta com carboidratos leves para evitar que seu estômago produzisse mais álcool.

Fonte: Channel News Asia

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Pacientes de médicas mulheres ‘têm maiores taxas de sobrevivência’

Publicado em 23 de abril de 2024, em Notícias do Mundo

O estudo descobriu que a taxa de mortalidade para pacientes do sexo feminino foi de 8,15% quando tratadas por médicas mulheres em comparação a 8,38% quando o médico era homem.

A pesquisa descobriu que a saúde de pacientes do sexo feminino é mais favorecida por tratamento realizado por médicas mulheres (ilustrativa/banco de imagens)

Pacientes de hospital que são tratadas por médicas mulheres têm menos probabilidade de morrer e de serem reinternadas, descobriu um novo estudo.

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A pesquisa realizada pela UCLA (Universidade da Califórnia), descobriu que a saúde de pacientes do sexo feminino é mais favorecida por tratamento realizado por médicas mulheres do que é para homens.

O estudo publicado no jornal Anais de Medicina Interna descobriu que a taxa de mortalidade para pacientes do sexo feminino foi de 8,15% quando tratadas por médicas mulheres em comparação a 8,38% quando o médico era homem – o que os pesquisadores consideram uma diferença “clinicamente significativa”.

Enquanto isso, a taxa de mortalidade para pacientes do sexo masculino por médicas mulheres foi de 10,15% – menos do que os 10,23% para médicos homens. Pesquisadores descobriram o mesmo padrão para taxas de reinternação.

O professor Yusuku Tsugawa, um dos autores, disse que os resultados de pacientes entre médicas mulheres e médicos homens não seriam diferentes se os profissionais praticassem medicina da mesma maneira.

“O que nossas descobertas indicam é que médicas mulheres e médicos homens praticam medicina diferentemente e essas diferenças têm um impacto significativo nos resultados da saúde dos pacientes”, disse ele.

O estudo analisou dados médicos entre 2016 e 2019 de mais de 458 mil mulheres e mais de 319 mil homens.

Pesquisadores citaram vários fatores que poderiam estar conduzindo as disparidades entre médicas mulheres e médicos homens – dizendo que elas podem estar ligadas a médicos homens subestimando a gravidade da doença de suas pacientes do sexo feminino.

Estudos anteriores sugeriram que médicos homens subestimaram os níveis de dor de suas pacientes, sintomas gastrointestinais e cardiovasculares, assim como risco de infarto, o que pode ter levado a atrasos no acesso ao tratamento ou recebimento de cuidado incompleto.

Os pesquisadores também disseram que a lacuna de mortalidade pode estar ligada a médicas mulheres sendo melhores em se comunicar com suas pacientes, levantando as chances de pacientes revelando informações importantes que em troca podem aumentar o diagnóstico e tratamento.

Pacientes mulheres podem se sentir mais confortáveis ao receber exames médicos sensíveis e se engajar em conversas mais detalhadas com médicas mulheres, também sugeriu o estudo.

Entretanto, pesquisadores pediram que estudos adicionais sejam conduzidos para identificar mais sobre as diferenças na medicina e cuidado que médicos homens e médicas mulheres podem oferecer.

Tsugawa, professor da Escola de Medicina David Geffen na UCLA, disse: “Uma melhor compreensão desse assunto poderia levar ao desenvolvimento de intervenções que efetivamente podem melhorar os cuidados aos pacientes”.

Fonte: The Independent

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