Ursos entram na lista de aves e animais designados para controle dos ataques históricos

Essa decisão significa que os ursos poderão ser controlados pelas capturas, para evitar os ataques a humanos, especialmente em 2023, o pior da história.

Foto ilustrativa de um urso negro asiático (Public Domain Pictures)

Em resposta ao problema das frequentes vítimas humanas causadas pelos ataques de ursos, o Ministério do Meio Ambiente do Japão (ENV) anunciou na terça-feira (16), que esses animais silvestres foram adicionados à lista da fauna e animais designados, cujo número passará a ser controlado pelas capturas sistemáticas ou caça controlada.

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Os alvos são o urso-pardo que vive em Hokkaido e o urso negro asiático, visto em todo o país. Porém, esse último não é alvo na região Shikoku pois há risco de extinção.

Os governos de cada província poderão usar os subsídios nacionais para atividades como a captura e para as pesquisas populacionais.

O sistema de gestão designado é baseado na Lei de Proteção da Vida Selvagem e, até agora, tinha como alvos os cervos (shika) e javalis. A partir de agora, cada província procederá com contramedidas baseadas em seus próprios planos de captura dos ursos.

O ENV irá compilar os detalhes dos projetos elegíveis para subvenções até o outono, quando os danos causados ​​pelos ursos se tornarem graves.

Vítimas de ataque dos ursos, o pior da história 

De acordo com o ENV, 219 pessoas ficaram feridas em 19 províncias no ano de 2023, sendo que 6 delas perderam a vida. Esses números superam o ano anterior, de 158, considerado até então o pior da história.

Em novembro do ano passado, os governadores de Hokkaido, de Tohoku e de outras regiões solicitaram ao governo do país que designasse os ursos e que fornecesse apoio para contramedidas.

“Instamos as províncias a tomar medidas que não sejam tendenciosas para a caça dos ursos, mas de prevenir para impedir que apareçam nas áreas de convivência das pessoas”, declarou o ministro do ENV.

Fonte: Yomiuri

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Alta recorde em casos de sífilis entre gestantes no Japão

Publicado em 17 de abril de 2024, em Sociedade

O NIID acrescentou dados sobre gestantes infectadas por sífilis a suas estatísticas em 2019.

A infecção por sífilis é detectada através de teste de sangue (ilustrativa/banco de imagens)

Um total de 383 gestantes foram infectadas por sífilis em 2023, o maior número para o Japão desde 2019, de acordo com dados preliminares compilados pelo Instituto Nacional de Doenças Infecciosas (NIID).

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O NIID acrescentou dados sobre gestantes infectadas por sífilis a suas estatísticas em 2019.

O instituto pediu cautela porque bebês com sífilis congênita – que é transmitida pela placenta – podem desenvolver perda de audição ou incapacidade intelectual.

O número total de casos de sífilis confirmado em 2023 chegou a 14.906, o maior desde 1999 quando o atual método de pesquisa foi introduzido, de acordo com cálculos preliminares divulgados pelo NIID.

Mais gestantes também foram infectadas por sífilis. O número de gestações confirmadas quando a sífilis foi diagnosticada era de 200 por ano de 2019 a 2021.

O número subiu para 267 em 2022 e para 383 em 2023, um aumento de aproximadamente 40%.

Os cálculos preliminares para 2023 também mostraram que o número de bebês com sífilis congênita chegou a uma alta recorde.

A sífilis é transmitida principalmente através de contato sexual. Ela causa feridas nas áreas genitais e boca, e erupções cutâneas por todo o corpo. A infecção é detectada através de teste de sangue.

Das grávidas infectadas por sífilis, 75,2% não tinham sintomas confirmados na época de seus diagnósticos em 2023. A sífilis pode ser tratada com agentes antimicrobianos.

“O teste de sífilis durante o pré-natal pode detectar a infecção mesmo se a paciente é assintomática, então queremos ter certeza que as grávidas sejam submetidas a ele”, disse o professor Hiroshige Mikamo da Universidade Médica de Aichi, especialista em doenças clínicas infecciosas.

“Se houver infecção, tratamento imediato antimicrobiano pode reduzir o risco de transmissão de mãe para criança”.

Fonte: Yomiuri

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