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Crime

Adolescente oferece soda cáustica como doce para alunos mais novos

O agressor obteve a substância perigosa durante uma aula de ciências, desobedecendo ordens do professor, e a colocou em uma embalagem de guloseimas.

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Alunos sofrem queimaduras após ingerirem soda cáustica
Alunos sofrem queimaduras após ingerirem soda cáustica (imagem ilustrativa/PM)

Um estudante do terceiro ano do ginásio em Niigata foi acusado de bullying grave após enganar dois alunos mais novos, fazendo-os ingerir uma substância altamente corrosiva sob o pretexto de ser um doce, de acordo com reportagem divulgada pelo Niigata News em 1º de maio.

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O incidente ocorreu após o horário escolar em abril do ano passado. O agressor abordou dois alunos do segundo ano e, ao entregar uma substância granulada, afirmou: “É um doce”.

Ao colocarem os grânulos na boca, as vítimas sentiram dor imediata e cuspiram a substância. Tratava-se, na verdade, de hidróxido de sódio (soda cáustica), um produto químico perigoso conhecido por causar queimaduras graves em contato com a pele ou membranas mucosas.

Detalhes da investigação e consequências

Ao observar a reação das vítimas, o agressor teria dito: “Esse é um produto químico que usamos em um experimento científico, então provavelmente vocês não deveriam comer”.

Na última semana, o Conselho de Educação local certificou oficialmente o ocorrido como um caso de bullying (ijime).

De acordo com o relatório do conselho, o agressor obteve a substância ao desobedecer às instruções de um professor durante uma aula de ciências.

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O aluno guardou cerca de cinco grânulos de hidróxido de sódio e, posteriormente, transferiu o material para uma embalagem vazia de balas de goma para enganar os colegas.

As consequências para as vítimas foram severas:

  • Ambos sofreram queimaduras químicas na parte interna da boca.
  • Uma das vítimas necessitou de uma semana para a recuperação total.
  • A outra vítima levou três semanas para se recuperar das lesões.

Após o incidente, a escola adotou medidas disciplinares, isolando o agressor e obrigando-o a assistir às aulas em uma sala separada dos demais estudantes.

Fonte: TR

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