Assim que a Copa do Mundo de 2026 começou, algo chamou a atenção dos torcedores e espectadores do planeta: as chuteiras em diferentes tons de rosa. É claro que essa cor contrasta com o verde do gramado, mas haveria outros motivos além disso?
Segundo a teoria do círculo cromático, o rosa e o verde são cores complementares. Isso faz com que o pink ofereça o maior destaque possível no gramado, chamando a atenção para os pés dos atletas e facilitando a visualização nas transmissões.
Pelo visto, as marcas chegaram à mesma conclusão simultaneamente e o resultado foi o desfile de diferentes tons de rosa.
Nike e Adidas
Outro motivo importante foi o posicionamento de mercado. Fabricantes gigantes, como Nike e Adidas, procuraram cores vibrantes para focar no público jovem e garantir o máximo de impacto visual.
Com isso, o pink deixou de ser visto como resistência no mundo masculino, tornando-se uma cor tendência de confiança e atitude.
Embora não tenha havido um acordo conjunto entre as marcas concorrentes, como a Puma, por exemplo, parece que todas chegaram à mesma conclusão de neuromarketing e design ao mesmo tempo para esta competição.
Chuteiras exclusivas de Messi e CR7
Porém, se você costuma acompanhar os grandes astros como Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, deve ter observado que eles estão usando chuteiras originais, de outras cores, por causa de seus patrocinadores, que têm estratégias de marketing exclusivas.
O argentino Messi está usando Adidas, em branco e azul (as cores da bandeira do seu país), com toque dourado: modelo F50 Messi Elite ‘El Último Tango’.
Já o outro astro, o português CR7, recebeu da Nike uma versão histórica e exclusiva baseada no clássico de sua carreira: a Nike Mercurial Superfly 1 RGN ‘Metallic Gold’, em dourado. O modelo tem um design para celebrar o seu “legado de ouro” no futebol.
Ranking das marcas
As chuteiras Nike estão sendo usadas por 42,6% dos jogadores. A rival Adidas está em segunda posição, com 40,3% dos atletas do futebol. A Puma fica em terceiro lugar com 10,2%.
Outras marcas, como a japonesa Mizuno e a americana Skechers, não chegam a 3%, enquanto a New Balance tem só 1,2%.
Fontes: Fashion Network, Luka e Footy 


