O governo japonês está avaliando o adiamento da meta de elevar o salário mínimo nacional para 1.500 ienes, conforme apurado nesta sexta-feira (26).
O objetivo, que previa o alcance da marca ainda na década de 2020, agora enfrenta discussões sobre uma possível prorrogação para o início da década de 2030.
A proposta de estender o prazo para o “início da década de 2030” surgiu como uma alternativa para acomodar as dificuldades econômicas enfrentadas pelo setor produtivo.
A intenção é que essa diretriz seja formalmente incluída na estratégia de crescimento do governo da primeira-ministra Sanae Takaichi, que será formulada em breve.
Desafios para as pequenas e médias empresas
A meta atual foi estabelecida durante a gestão do governo Ishiba, após o governo Kishida ter antecipado o objetivo que originalmente visava a “metade da década de 2030”.
No entanto, a manutenção de aumentos salariais significativos tem gerado uma carga financeira elevada, especialmente para as pequenas e médias empresas.
Segundo fontes ligadas ao assunto, as opções em análise incluem:
- Manter a referência original da “década de 2020” no texto oficial.
- Adicionar a ressalva de alcançar o valor “o mais cedo possível no início da década de 2030”.
Essa flexibilização busca equilibrar a necessidade de valorização salarial com a sustentabilidade operacional das empresas que compõem a base da economia japonesa.
Fonte: JJ



