Ministério discute a venda online para todos os tipos de bilhetes de loteria

O ministério discute a venda online para aumentar os rendimentos de governos locais que são usados para trabalhos públicos e projetos de bem-estar.

Bilhetes de loteria estão disponíveis em centros de distribuição, através de caixas automáticos ou na internet (Wikimedia/ 江戸村のとくぞう)

O Ministério de Assuntos Internos e Comunicações está discutindo permitir a venda de todos os tipos de bilhetes de loteria através da internet a partir do ano fiscal de 2018, de acordo com fontes.

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As vendas de bilhetes de loteria se tornaram uma fonte fundamental de fundos para os trabalhos públicos de municípios locais e projetos de bem-estar, dentre outros. Para estabilizar o fundo local, o ministério visa aumentar as vendas ao facilitar para as pessoas adquirirem os bilhetes.

Atualmente, governos provinciais e 20 principais cidades em todo o país vendem bilhetes de loteria com permissão do ministério. Cerca de 40% das vendas totais – após o valor do prêmio e gastos serem deduzidos – são pagos aos municípios locais, dinheiro que é alocado para lidar com questões como declínio da natalidade e envelhecimento populacional, medidas antidesastre e melhorias em parques.

Bilhetes de loteria estão disponíveis em centros de distribuição, através de caixas automáticos ou na internet.

Contudo, as vendas caíram desde o ano fiscal de 2005, situando-se a 1.1047 trilhões, diminuindo para 1 trilhão de ienes por 5 anos consecutivos a partir do ano fiscal de 2012 e afundando para 845.2 bilhões no ano fiscal de 2016. As vendas na internet se tornaram cada vez mais disponíveis desde janeiro de 2014 para tipos de loterias de seleção de números, como a Number e a Mini LOTO.

No ano fiscal de 2016, um pouco mais de 40% de todos os tipos de bilhetes de loteria podiam ser adquiridos online, mas as vendas na internet contaram por somente 3.6% do valor de todos os bilhetes vendidos.

O número de lotéricas em regiões locais caiu, mas o Conselho Nacional de Loteria Autônoma disse que espera um efeito significativo nas vendas se os bilhetes de loteria puderem ser adquiridos via smartphone a qualquer hora.

Atualmente, as vendas online são confiadas a 5 bancos, incluindo o Mizuho Bank e o Sumitomo Mitsui Banking Corp. Uma introdução em grande escala de vendas online solicitará que operadoras elaborem maneiras para manter as lojas existentes e um sistema para prevenir que informações pessoais sejam prejudicadas. O ministério e os municípios vão discutir esses detalhes.

Fonte: Yomiuri
Imagem: Wikimedia

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Escândalo: brasileiro fotógrafo megafamoso e surfista era fake

Publicado em 9 de setembro de 2017, em Notícias do Mundo

Ele tinha 127 mil seguidores no Instagram, uma história de vida linda e perfeita. A BBC descobriu que era fake. Sumiu.

Fotógrafo brasileiro, surfista, loiro, de olhos azuis, jovem e bonito demais para ser verdade (reprodução* Instagram)

Eduardo Martins, fotógrafo brasileiro de campos de batalha que trabalha consignado nas Nações Unidas (ONU), gosta de ajudar as pessoas e de surfar. Loiro, corpo sarado, bonito e tinha superado abusos na infância, além de uma leucemia. Era “humano” diante das guerras e ajudava as crianças.

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A história parece perfeita demais. Ele, supostamente paulistano, 32 anos, tinha 127 mil seguidores na sua conta do Instagram, onde assinava como edu_martinsp. Só que ninguém nunca viu esse tal de Edu pessoalmente. Seus contatos eram todos feitos pelas redes sociais, principalmente o WhatsApp. Nunca apareceu pessoalmente.

Edu Martins, o fotógrafo fake (reprodução: Instagram/via BBC)

Belas fotos – roubadas

Belas fotos feitas na África ou no Oriente Médio chamaram à atenção de milhares de pessoas do Planeta.

“No entanto, o fotógrafo do campo de batalha Eduardo Martins não era real. As fotos e imagens postadas até agora foram as que roubou dos trabalhos dos fotógrafos que realmente correm riscos e, realmente, trabalham no Iraque e outros países”, destacou a agência AFP em matéria da sexta-feira (8).

De acordo com o anúncio feito pela BBC desta semana, as alegações sobre sua identidade surgiram como resultado da contestação da jornalista brasileira Natasha Ribeiro (BBC), que é colaboradora no Oriente Médio.

Ela começou a desconfiar da identidade do fotógrafo perfeito, pois ninguém do meio o conhecia no Oriente Médio. A agência de notícias AFP entrevistou um fotógrafo que disse ter recebido contato desse suposto fotógrafo, dizendo que queria fazer uma oferta para divulgar suas fotos para o mundo.

Fotógrafo enganou todo mundo

De acordo com o jornalista Fernando Costa Netto, que entrevistou este misterioso fotógrafo para uma revista especializada em surfe, contou que ele mesmo disse ter 32 anos, nasceu em São Paulo, o cabelo é loiro e que seus olhos são azuis.

No Instagram, publicava reproduções de páginas que teriam usado seu trabalho, mostrando veículos famosos.

Segundo a BBC, “para aumentar a veracidade do que dizia, deixava públicos comentários calorosos de ‘amigos’. Entre os cumprimentos estavam elogios de um suposto repórter do The Wall Street Journal chamado Thomaz Griffin, por uma dessas publicações na imprensa internacional. A redação do diário americano afirmou à BBC Brasil que não emprega nenhum jornalista com esse nome”.

A BBC publicou um depoimento dele. “Uma vez, durante um tiroteio no Iraque, eu parei de fotografar para ajudar um menino que tinha sido atingido por um molotov e o retirei da zona de tiro. Eu paro de ser fotógrafo para ser um ser humano”, afirmou em uma entrevista para a publicação estrangeira Recount Magazine, em outubro de 2016.

O fotógrafo fake sumiu

“Em junho deste ano, ele chegou à BBC Brasil. Ofereceu sua história e suas fotos gratuitamente. Recusou-se a falar por telefone, sob a justificativa de que estava no front em Mossul, no Iraque, espaço disputado pelas forças de segurança do país e pelo grupo extremista autodenominado Estado Islâmico. Mandava mensagens de voz por WhatsApp, sempre como arquivos de áudio, nunca instantaneamente gravadas”, publicou a BBC.

No final de agosto, o misterioso fotógrafo deletou sua conta do Instagram e sumiu do WhatsApp também.

Segundo o jornalista Fernando Costa Netto, o misterioso tinha uma namorada no Rio de Janeiro e a polícia está atrás da identidade verdadeira dele.

Se for encontrado responderá por fraude cibernética e infração de direitos autorais. Certamente, de moço bonito e bonzinho passará a ocupar espaços policiais nas mídias. 

Se quer saber detalhes, leia a matéria da BBC (português) na íntegra, clicando aqui.

Fontes: Waves, AFP e BBC
Fotos: BBC/The Guardian

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