USJ deverá pagar 1,1 bilhão de ienes para prefeitura de Osaka

A prefeitura de Osaka deverá aceitar o acordo para recebimento de 1,1 bilhão de ienes pelo aluguel do terreno ao parque temático americano USJ.

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Parque USJ lotado no feriado de Golden Week, em 3 de maio (Pixabay/Sankei)

O local onde está instalado o parque temático americano Universal Studios Japan (USJ), é cedido – em parte – pela Prefeitura da Cidade de Osaka (província homônima). A condição é de pagamento de um valor definido em contrato, por metro quadrado ocupado.

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A prefeitura entrou com processo judicial contra a USJ para aumentar o valor do aluguel por metro quadrado emprestado. Segundo o jornal Sankei, a prefeitura deverá aceitar a recomendação do Tribunal para fazer acordo com a empresa. A proposta é de pagamento de 1,1 bilhão de ienes para continuar no terreno. Se a assembleia ordinária aprovar, em 13 deste mês, o município pretende caminhar para o acordo.

Aluguel por metro quadrado por 495 ienes

Dos 540 mil metros quadrados ocupados pelo parque temático USJ, cerca de 200 mil são de propriedade da prefeitura. Em 2007 o acordo estabelecia o pagamento de 388 ienes por metro quadrado, com a condição de revisão para aumento a cada 3 anos.

Parte do terreno ocupado pela USJ é cedido sob contrato de aluguel pela prefeitura de Osaka (Pixabay)

A prefeitura entrou com ação judicial para aumentar de 388 para 442 ienes em 2011. O acordo foi finalizado em 2015.

Nesta segunda vez, o tribunal recomendou fazer um acordo, em julho deste ano.

Se o acordo for bem sucedido entre as duas partes, de 2016 a 2018, o valor passará a ser de 495/m². O pagamento dos atrasados, com o novo valor e mais juros, proposto pela USJ é de 1,1 bilhão de ienes. Se a cidade aceitar, o pagamento deverá ser efetuado até 10 de outubro.

A próxima revisão de valor será feita até abril de 2019. Para o acordo, uma nova regra será proposta pela prefeitura. Para calcular em conjunto, deverão ser incluídos indicadores econômicos e tendências econômicas da alta ou redução de preços do valor do terreno.  

Fonte: Sankei News
Fotos: Pixabay/Sankei

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Nova lei obriga que embalagens com mais informações sobre o país de origem

Publicado em 2 de setembro de 2017, em Sociedade

Nova lei obriga que todos os produtos processados produzidos no Japão tenham país de origem dos ingredientes no rótulo. Saiba mais.

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No dia 1º/set, a emenda do novo sistema de renovação dos padrões de exibição de alimentícios. Segundo o Departamento do Consumidor, todos os produtos processados produzidos no Japão deverão ter o país de origem escrito na embalagem ou rótulo na tentativa do departamento de expandir o consumo de produtos agrícolas nacionais.

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Anteriormente, a lei era limitada apenas para 22 grupos de alimentos e outros artigos como “Unagi no Kabayaki” e “Tsukemono”, respectivamente. Com a nova remenda, as matérias-primas mais utilizadas para compor o alimento terão que ser citadas de acordo com a quantidade.

Caso haja mais de 3 países de origem, será necessário escrever “entre outros” ou “importada”. Por exemplo, no caso de um presunto assado, na embalagem terá que constar “carne assada de porco (EUA, Canadá, entre outros)”.

Contudo, caso seja difícil determinar a origem dos produtos por causa de mudanças na receita ou do local de distribuição das matérias-primas por problemas climáticos ou flutuações no mercado, em alguns casos excepcionais, os fabricantes poderão optar por escrever “Importada ou Nacional” ou apenas “Importada”.

Caso o próprio alimento for a matéria-prima, o país em que o alimento foi processado será associado ao de origem. Por exemplo, se um feijão-azuqui importado da China for processado em Hokkaido, deverá constar na embalagem “Produzido em Hokkaido” ou “Produzido no Japão”.

Por causa das diversas exceções e dos estágios de pesquisa do novo critério, as organizações de consumidores e os fabricantes julgam que a emenda irá confundir os consumidores e terá pouca efetividade.

Fonte: Asahi Shimbun e Sankei News

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