Contágio do novo coronavírus pode ocorrer também pelos excrementos

O governo da China revisou as diretrizes para o novo coronavírus depois de detectá-lo nas fezes e urina dos pacientes.

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Novo coronavírus (Instituto de Pesquisa de Doenças Infecciosas e Alérgicas dos EUA, via NHK)

O governo da China revisou parcialmente as diretrizes para o diagnóstico e tratamento do novo coronavírus na quarta-feira (4) pois esse pode ser transmitido pelas fezes e urina, chamando à atenção para isso. 

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As formas de contágio até então estavam sendo informadas como pelas gotículas, contato muito próximo ou em ambiente fechado por longo tempo. Mas depois de encontrado o vírus nos excrementos chama à atenção para as gotículas geradas pelo ‘aerosol’ no ato de urinar ou evacuar. 

Um documento compilado pela Sociedade Japonesa de Doenças Infecciosas e pela Sociedade Japonesa de Doenças Infecciosas Ambientais no final de fevereiro também apontam o mesmo.

As diretrizes também mostram os resultados de exame patológicos da pessoa infectada, indicando que o tecido pulmonar foi danificado e o baço claramente encolhido.

Fontes: NHK e Nishi Nippon

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Empresa japonesa desenvolverá medicamento contra coronavírus

Publicado em 5 de março de 2020, em Sociedade

A fabricante japonesa usará sangue coletado de pessoas que se recuperaram da Covid-19 para produzir o medicamento.

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Testes de sangue, medicamentos, termômetro, máscara e estetoscópio sobre uam mesa (ilustrativa/PM)

A Takeda Pharmaceutical disse na quarta-feira (4) que começará a desenvolver um medicamento para tratar as pessoas infectadas com o novo coronavírus e visa comercializá-lo dentro de 9 meses.

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A fabricante de medicamentos usará sangue coletado de pessoas que se recuperaram da Covid-19, doença respiratória similar à pneumonia causada pelo vírus que infectou mais de 90 mil pessoas em todo o mundo e matou mais de 3 mil.

A Takeda disse que planeja desenvolver “um tipo de terapia derivada de plasma que anteriormente mostrou ser eficaz no tratamento de infecções respiratórias virais agudas e pode ser uma opção de tratamento” para o novo coronavírus.

A empresa está em negociações com reguladores nos EUA, Ásia e Europa para o desenvolvimento do novo medicamento, enquanto espera que leve de 9 a 18 meses para trazê-lo ao mercado.

“Identificamos recursos ativos e capacidades em toda a companhia e estamos esperançosos que poderemos expandir as opções de tratamento para pacientes com Covid-19”, disse em uma declaração Rajeev Venkayya, presidente da Unidade de Negócios de Vacinas da Takeda e co-líder da equipe de resposta da Covid-19 da companhia.

A Takeda disse que também está investigando se algum de seus produtos existentes poderia ser um tratamento eficaz para pacientes infectados com o novo coronavírus.

Fonte: Mainichi

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