Reino Unido investiga possíveis reações alérgicas a vacinas da Pfizer e BioNTech

Reações adversas por causa da vacina ocorreram no primeiro dia do programa de vacinação em massa do Reino Unido.

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Pessoa sendo vacinada (ilustrativa/ banco de imagens PM)

Segundo reguladoras no Reino Unido na quarta-feira (9), pessoas que têm um “histórico significante” de reações alérgicas não deveriam receber as vacinas da Pfizer e BioNTech, enquanto elas investigam duas reações adversas que ocorreram no primeiro dia do programa de vacinação em massa da nação.

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O professor Stephen Powis, diretor médico para o Serviço de Saúde Nacional na Inglaterra, disse que autoridades da saúde estavam agindo sob uma recomendação da Agência Regulatória de Produtos Médicos e de Cuidados da Saúde – MHRA.

“Como é comum com novas vacinas, a MHRA recomendou sobre uma base de precaução que pessoas com histórico significativo de reações alérgicas não recebam essa vacina, após duas com histórico de significantes de reações alérgicas terem respondido negativamente ontem”, disse Powis em uma declaração. “Ambas se recuperam bem”.

Os comentários ocorrem quando a Dra. June Raine, chefe do MHRA, disse a um comitê parlamentar que reguladoras haviam recebido relatos de duas reações alérgicas da vacina.

“Sabemos a partir dos ensaios clínicos muito extensos que isso não era uma característica”, disse ela.

“Mas se precisarmos fortalecer nosso conselho, agora que tivemos essa experiência com populações vulneráveis, os grupos que foram selecionados como prioridade, nós levaremos essa informação para o campo imediatamente”.

Os comentários de Raine ocorrem como parte de uma discussão geral na semana passada sobre como a agência dela continuará a monitorar pessoas que recebem a vacina autorizada para uso de emergência.

Margaret Keenan, de 90 anos, se tornou a primeira pessoa no mundo a receber a vacina da Pfizer e BioNTech no Reino Unido (NHK)

Fonte: Mainichi

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Governo pretende criar licença para operação de drone

Publicado em 10 de dezembro de 2020, em Sociedade

Atualmente a operação de drone de até 200 gramas pode ser feita sem licença ou comunicado. Mas, isso pode mudar e também se considera criar uma licença.

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Imagem ilustrativa de drone em área urbana (Pikist)

O MLIT-Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão tem uma regulamentação específica para a operação de drone, desde 2015. Aquele com menos de 200 gramas pode ser operado mesmo nas áreas urbanas sem licença ou comunicado prévio da rota. 

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Mas, está considerando reduzir esse peso máximo para 100 gramas por causa dos frequentes acidentes e além disso, pretende instituir uma licença especial. 

O esboço dessa licença consiste em teste prático do candidato, com requisitos como certas habilidades físicas, como a visão, por exemplo. Pretende estabelecer um limite de idade para o candidato.

Mesmo com a licença será necessário avisar previamente o plano de voo. A licença deverá ter níveis. No nível 4 os drones poderão voar autonomamente sobre áreas tripuladas invisíveis. Prevê-se que sejam utilizados em áreas urbanas para entrega de encomendas e também para vigilância, resgate em caso de desastre e transporte de mercadorias.

O projeto de lei para alterar a Lei da Aviação, que inclui disposições relacionadas, deverá ser encaminhado para aprovação no próximo ano. Se tudo correr bem a implementação deverá ocorrer em 2022. 

O teste para a obtenção da licença deverá ser realizado por instituições designadas.

Fontes: Sankei Biz e IT Media

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