Presidente sul-coreano indica que Japão se desculpou o suficiente pelo passado

Um alto funcionário do governo sul-coreano disse que os comentários refletem a intenção do presidente de buscar relações orientadas por um novo futuro, entre a Coreia do Sul e o Japão.

Yoon Suk-yeol e Fumio Kishida em coletiva de imprensa conjunta na quinta-feira, 16 de março (NHK)

Um alto funcionário do governo sul-coreano disse que o presidente de seu país, Yoon Suk-yeol indicou que o Japão havia se desculpado o suficiente pelo seu passado colonial.

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Em uma coletiva de imprensa conjunta após a reunião entre os dois líderes na quinta-feira (16), o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, diz que seu governo herda as posições de Gabinetes anteriores em percepções históricas, incluindo a declaração conjunta de 1998 entre Japão e Coreia do Sul.

Yoon também mencionou a declaração, dizendo que este ano marca o 25º aniversário do acordo alcançado entre um de seus predecessores, Kim Dae-jung, e o então primeiro-ministro japonês Keizo Obuchi.

Na declaração, Obuchi manifestou seu “profundo remorso e desculpas sinceras” pelo que ele descreveu como “danos tremendos e sofrimento” causados pelo Japão às pessoas da Coreia do Sul através de sua regra colonial.

Yoon disse que a reunião com Kishida representou o primeiro passo para herdar o espírito de declaração conjunta de uma maneira progressiva, superando a história lamentável entre os dois países, e abrindo uma nova relação.

O alto funcionário do governo sul-coreano disse depois aos repórteres que os comentários de Yoon refletem a intenção do presidente de buscar relações orientadas por um novo futuro enquanto não lança mais dúvidas sobre as percepções históricas do Japão.

Fonte: NHK

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Hotéis orientados a parar de pedir documento de identificação de residentes estrangeiros

Publicado em 17 de março de 2023, em Sociedade

A lei de negócios hoteleiros exige que apenas estrangeiros que vivem fora do Japão apresentem um documento de identificação no momento do check in.

Recepcionista entregando cartão-chave a hóspede de hotel (ilustrativa/banco de imagens)

O governo da província de Kagawa, no oeste do Japão, tem pedido a operadores de hotéis locais que parem de solicitar documento de identificação de residentes estrangeiros no momento do check in, disseram responsáveis locais na quinta-feira (16).

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Citando um aviso emitido na segunda-feira (13) pelo governo provincial de Kagawa a operadores de hotéis, os responsáveis disseram que é “problemático com base em direitos humanos” pedir a residentes estrangeiros que mostrem seus passaportes ou outras formas de identificação quando fazerem check in em um hotel.

A lei de negócios hoteleiros exige que apenas estrangeiros que vivem fora do Japão apresentem um documento de identificação, entretanto, recepcionistas ocasionalmente pedem um ID para estrangeiros que moram no país tendo como base seus nomes ou aparência.

“Se um hóspede fornece um endereço nacional, mesmo se seu nome ou outra informação sugira que ele é um cidadão estrangeiro, nenhuma outra confirmação é exigida”, diz o aviso.

O aviso surge após um caso em agosto do ano passado em que uma sul-coreana moradora de Osaka ter sido solicitada a apresentar seu cartão de residência antes de sua estada em um hotel na cidade de Utazu (Kagawa).

Casos similares surgiram em outras acomodações no país, com algumas até determinando em seus sites que elas “recusarão” hóspedes que não cumprem.

“Enquanto não haja qualquer má intenção por trás dos pedidos, eles são efetivamente uma violação de direitos humanos”, disse um responsável do governo provincial de Kagawa.

Fonte: Mainichi

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