De acordo com o relatório da Polícia da Província de Saitama, o número de registros de objetos perdidos recebidos no ano passado foi de 1.047.945, um aumento de 55.774 em relação ao ano anterior, o maior número desde que as estatísticas começaram a ser coletadas em 1989.
Este é o quinto ano consecutivo de aumento desde 2020, em meio à pandemia, e inclui itens incomuns como um pacote contendo 10,5 milhões de ienes em dinheiro e animais de estimação como capivara.
A polícia da província está incentivando as pessoas a registrar os objetos ou itens perdidos eletronicamente.
Perdidos
De acordo com a Divisão de Contabilidade da Polícia da Província de Saitama, muitos registros de objetos perdidos foram feitos pelas empresas de transporte público, com a JR East respondendo por 139.085 registros e a Tobu Railway por 114.342.
Mas as pessoas físicas também registraram milhares de itens perdidos.
- Dinheiro em espécie: mais de 1,6 bilhão de ienes e 1,24 bilhão de ienes devolvidos para seus donos.
- Itens: 1,85 milhão, sendo 475 mil documentos e cartões bancários, 243,5 mil papéis (recibos e faturas), 166,3 mil itens pessoais (toalhas, lenços, etc.), 55.645 carteiras e 50.788 chaves, entre outros.
- Animais domésticos como capivara, camaleão do Iêmen e outros.
Devolvidos
Uma soma incomum de 10,5 milhões de ienes em espécie encontrada foi devolvida ao dono, assim como uma cabra e um porco.
O que acontece quando o dono não aparece e a “gorjeta”
Como regra no Japão, se o proprietário do dinheiro não aparecer em até três meses após o registro da ocorrência, quem o encontrou fica com ele.
Quem encontrar o objeto tem o direito de reivindicar uma recompensa e pode exigir de 5% a 20% do valor do proprietário caso ele apareça.
Registro online
Onde foram registrados os objetos e itens encontrados:
- 107.748 nas delegacias,
- 18.842 por telefone e
- 14.871 online.
Em relação ao registro online de objetos perdidos, é possível fazê-lo 24 horas por dia através do Portal Nacional da Polícia da Agência Nacional de Polícia (NPA), em todo o país.
Também se pode pesquisar “coisas” perdidas. Se não entende japonês, pode usar o serviço de tradução automática do Google.
Fonte: Saitama Shimbun 


