O Ministério da Economia, Comércio e Indústria (METI) anunciou uma mudança significativa na forma de cálculo dos subsídios para a gasolina, visando evitar que o aumento nos custos de aquisição de petróleo seja repassado aos consumidores. A medida entra em vigor a partir de julho.
Atualmente, empresas privadas que buscam fontes alternativas de petróleo, evitando o Estreito de Ormuz, arcam com custos adicionais conhecidos como “premium”.
Havia uma preocupação crescente de que esses valores extras fossem refletidos diretamente nos preços de varejo da gasolina e outros combustíveis.
Nova metodologia de cálculo
Para mitigar esse impacto financeiro sobre a população, o governo decidiu ajustar a metodologia de cálculo dos subsídios concedidos às distribuidoras de petróleo. A partir de agora, o valor do subsídio será determinado considerando os custos adicionais de aquisição enfrentados pelas empresas.
O processo funcionará da seguinte forma:
- Cálculo da “taxa de ajuste” com base nos custos extras pagos pelas empresas.
- Adição desse valor ao montante do subsídio já existente.
- Revisão mensal da taxa de ajuste para refletir as variações de mercado.
Para o mês de julho, a taxa de ajuste foi fixada em 4,9 ienes por litro. O governo mantém o objetivo de subsidiar os preços para que a média nacional de varejo da gasolina permaneça em torno de 170 ienes.
Com a implementação dessa nova regra, a expectativa é que o preço ao consumidor continue estável, mesmo diante das dificuldades logísticas e dos custos de importação de petróleo.
Fonte: TBS



