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Morte de 3 recém-nascidos no Japão, por echovírus 11

Três recém-nascidos morreram no Japão por causa do echovírus 11, o que requer muito cuidado.

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Redação

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Mamães: cuidado c/ echovírus 11.
Foto ilustrativa de recém-nascido no hospital (PM)

De acordo com um resumo do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão (NIID), 3 recém-nascidos infectados com o echovírus 11 (E11), que causa o resfriado comum, morreram de insuficiência hepática aguda e outras causas em Tóquio entre o verão e o outono de 2024.

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A Sociedade Pediátrica do Japão pede cautela, pois há relatos de recém-nascidos desenvolvendo hepatite grave e resultando em morte.

Segundo o NIID,  entre agosto e novembro de 2024, recém-nascidos que não conseguiam beber leite materno adequadamente, que apresentavam sintomas como vômitos e icterícia, foram internados em instituições médicas em Tóquio e, mais tarde, morreram após desenvolver hepatite aguda, sendo que foi detectado o enterovírus E11

Duas instituições médicas na cidade de Kobe (Hyogo) relataram casos de E11 em 4 neonatos, todos tratados e que receberam alta.

De acordo com o NIID, até 28 de novembro de 2024, houve 44 casos de E11 que se tornaram graves, o terceiro maior número depois de 2018 e 2019. Por idade, 10% eram recém-nascidos com menos de um mês de idade e 40% tinham entre um mês e um ano de idade. É raro terem ocorrido mortes múltiplas. 

Segundo a Sociedade Pediátrica, uma série de casos graves e mortes em recém-nascidos foram relatados na Europa desde 2022, por insuficiência hepática aguda, causada pelo E11. Geralmente causa sintomas semelhantes aos de um resfriado, sendo que pode ser assintomática, mas há risco de se tornar grave em recém-nascidos.

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Casos foram relatados no Japão no passado, com alguns envolvendo infecção da mãe antes ou durante o parto, e outros por meio de gotículas ou contato imediatamente após o nascimento.

A Sociedade Pediátrica do Japão anunciou em dezembro de 2024 que “como a desinfecção com álcool não é eficaz o suficiente contra o E11, é necessário lavar as mãos com sabão e água corrente ao trocar fraldas ou dar banho, e tomar outras medidas para prevenir a infecção“.

Emitiu também um aviso para as instituições médicas e outras organizações. 

Fonte: Mainichi

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