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Governo japonês projeta crescimento robusto para o setor de produtos usados

| Sociedade

O governo japonês planeja expandir o mercado de produtos usados em 32% até 2030, atingindo 4,6 trilhões de ienes, visando reduzir o desperdício e as emissões de CO2.

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Japão busca reduzir desperdício com mercado de segunda mão (loja da 2nd Street/banco de imagens)

O governo japonês está com planos ambiciosos para o mercado de produtos usados, visando uma expansão significativa de 32% até 2030.

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A meta é atingir um valor de cerca de 4,6 trilhões de ienes, um aumento considerável em relação a 2024. Esta iniciativa faz parte de um esforço maior para combater o desperdício e reduzir as emissões de dióxido de carbono no país.

Para impulsionar este crescimento e garantir a qualidade dos produtos, o governo vai elaborar diretrizes detalhadas até o ano fiscal de 2027.

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Qualidade e confiança no setor

Essas diretrizes definirão os requisitos para os operadores de negócios, especialmente após relatos de consumidores que receberam itens de baixa qualidade através de aplicativos de flea market (mercado de pulgas).

Além disso, haverá um incentivo para que os governos locais utilizem itens de segunda mão em suas operações.

As medidas para promover o consumo de bens usados serão compiladas em um roteiro estratégico, que será desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente. A expectativa é que este roteiro seja finalizado já em março.

Sistemas de avaliação e suporte

Atualmente, o mercado de produtos usados, que engloba 22 categorias como livros e eletrodomésticos adquiridos via leilões online e varejistas de segunda mão, tem registrado um crescimento anual modesto de apenas 1%.

Para alcançar a ambiciosa meta governamental, será necessária uma expansão muito mais acentuada.

Entre as ações específicas planejadas, destaca-se a criação de um sistema de avaliação para varejistas de segunda mão e operadores de aplicativos de flea market.

Este sistema, alinhado às novas diretrizes, terá como objetivo apoiar e reconhecer as empresas com alta classificação, promovendo a confiança do consumidor.

O governo também pretende fomentar serviços que conectem operadores a idosos que desejam organizar seus pertences, facilitando a coleta de itens desnecessários.

Mudanças em regras e campanhas

Outra frente de atuação será a análise dos fatores que dificultam a compra de produtos usados por municípios, com a consequente revisão das regras de aquisição de produtos ecologicamente corretos.

Por fim, estão sendo consideradas campanhas para estimular a compra de produtos usados em períodos estratégicos, como o final de ano – quando muitas pessoas fazem a limpeza de suas casas – e a temporada de mudanças, aproveitando o fluxo natural de descarte e aquisição de novos itens.

Fonte: MN

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