Japão estuda instalar sistema de defesa antimíssil em mais províncias

Para reforçar a proteção contra a ameaça dos mísseis norte-coreanos, o Japão está estudando instalar um novo sistema de defesa antimíssil em 2 províncias, no nordeste e oeste do país.

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Para reforçar a proteção contra a ameaça dos mísseis norte-coreanos, o Japão está estudando instalar um novo sistema de defesa antimíssil em 2 províncias, no nordeste e oeste do país (News 24/reprodução)

Para reforçar a proteção contra a ameaça representada pelos mísseis norte-coreanos, o Japão está estudando instalar um novo sistema de defesa antimíssil Aegis com base em terra tanto na província de Akita, nordeste do Japão, quanto na de Yamaguchi, no oeste, disse uma fonte do governo no sábado (11).

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Sob o plano, a FTAJ – Força Terrestre de Autodefesa do Japão operaria sistemas Aegis Ashore em suas instalações nessas províncias. Contudo, oficiais do Ministério da Defesa se opuseram ao plano, disse a fonte.

O gabinete do primeiro-ministro Shinzo Abe, provavelmente, aprovará a implantação do Aegis Ashore em dezembro, cita a fonte.

Visto que a aquisição de sistema antimíssil não está incluída no esboço do programa de defesa a longo termo, a aprovação do gabinete é necessária para a implantação.

O ministério da defesa já solicitou fundos no orçamento para o ano fiscal que tem início no próximo mês de abril para projetar o programa Aegis Ashore.

O Aegis Ashore utiliza os mesmos componentes usados em destróieres americanos e japoneses. Para oferecer cobertura em todo o Japão, dizem que a implantação das duas unidades é suficiente.

Para evitar uma sobreposição na cobertura, o governo planeja instalar um no leste do Japão e outra no oeste. No entanto, o país continuará estudando locais candidatos porque um Aegis Ashore em Yamaguchi não é capaz de cobrir algumas áreas nas províncias de Kagoshima e Okinawa, segundo a fonte.

Sob o atual sistema de defesa antimíssil do Japão, destróieres Aegis da Força Marítima de Autodefesa equipados com interceptores Standard Missile-3 têm a função de deter mísseis na atmosfera exterior.

Caso eles falharem, interceptores guiados Patriot Advanced Capability-3 superfície-ar da Força aérea de Autodefesa são a próxima linha de defesa contra um ataque de míssil.

Espera-se que a introdução do sistema Aegis Ashore fortaleça o sistema de defesa de míssil balístico do país mais além.

Comparado às operações com base no mar de destróieres Aegis, o sistema Aegis Ashore com base em terra facilita para que a Força de Autodefesa se prepare para interceptações de mísseis porque o sistema seria instalado em um local fixo.

Fonte: Japan Today, Kyodo
Imagem: News 24

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Cigarro aquecido mudou a vida dos fumantes da comunidade

Publicado em 15 de novembro de 2017, em Comunidade

Brasileiros que aderiram ao cigarro aquecido obtiveram melhorias e veem vantagens, tanto na saúde quanto no bolso.

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Nova forma de fumar, o cigarro aquecido traz vantagens segundo usuários da comunidade (divulgação)

O Japão é o terceiro país do mundo no consumo de cigarros. E é por esse motivo que empresas que criaram o cigarro aquecido estão fazendo sucesso.

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Uma delas é a Philip Morris, com o lançamento do cigarro aquecido Iqos – pronuncia-se aicos. É um cigarro que não necessita acender com isqueiro. Ele queima dentro de um aparelho eletrônico desenvolvido para quem não quer abandonar o vício ou reduzir os efeitos maléficos do cigarro tradicional.

Segundo a fabricante, sete entre dez dos fumantes Iqos fumavam os tradicionais de outras marcas.

Na comunidade brasileira o número de usuários do Iqos vem aumentando, tanto quanto na sociedade japonesa.

Iqos, da Philip Morris, foi lançado no mundo, em Nagoia, no ano de 2014 (divulgação)

Cigarro aquecido e as vantagens

“Minha esposa já não reclama do cheiro”, conta Wilson, de Mie, depois que passou a utilizar o Iqos. Ele relata que quando entrava em casa ela já sentia o cheiro do cigarro tradicional que fumava antes.

Outra adepta do Iqos há quase 2 meses, Angélica, de Nagoia (Aichi) explica que agora não precisa mais ficar lavando as mãos para tirar o cheiro. “Além disso, o cabelo e as roupas não pegam cheiro”, o que para ela é uma vantagem.

Fumante há anos, Rafael, de Mie, aponta uma outra vantagem. “O pigarro do cigarro tradicional acabou em menos de uma semana”, explica com alegria. 

Os três entrevistados batem o martelo nas vantagens do cigarro aquecido. Menos fumaça, pois o fabricante garante que se reduz a 10%, fim do pigarro, mais disposição para exercícios físicos, a questão do mau cheiro foi eliminada. Outro fator é que cinzeiro só recebe o cigarro aquecido, sem cinzas e sem bituca que costuma ter cheiro acentuado. Além disso, por fumarem menos do que o tradicional, houve uma pequena diferença nos gastos com o cigarro.

Eles alertam para quem costuma dirigir e fumar. Com o dispositivo, o manuseio fica mais difícil.

Saúde do fumante

Por outro lado, ainda não há pesquisas que indiquem que o cigarro aquecido não faz mal à saúde. Afinal, o consumidor ingere nicotina. Com o cigarro aquecido ele deixa de inalar o alcatrão e o papel queimado do cigarro tradicional. Mas, oferece menos riscos à saúde.

Como não tem alcatrão nem papel, o Iqos é aquecido dentro do dispositivo (divulgação)

Em cada inalação de um cigarro normal são inspirados mais de 7 milhões de químicas, apenas porque este arde. Cem dessas químicas foram classificadas como potencialmente ou mesmo prejudiciais para a saúde. Uma forma de consumir nicotina através do cigarro, mas sem o fumo prejudicial, foi essa da Philip Morris. Segundo a empresa, o fumo liberado pelo aquecimento do tabaco a 400 graus centígrados tem menos de 90 a 95% de substâncias prejudiciais que se encontram no seu antepassado.

O Iqos foi lançado no mundo, na cidade de Nagoia, em 2014, simultaneamente em Milão, na Itália. No ano seguinte foi para Portugal, Suíça, Rússia e Romênia.

Onde se pode fumar o cigarro aquecido

Nas grandes cidades há avenidas onde caminhar fumando é proibido. Porém, com o cigarro aquecido pode, pois não há risco de colocar a brasa no olho de uma criança no carrinho, de atingir um cadeirante ou queimar a roupa de alguém.

Vem aumentando estabelecimentos comerciais com área exclusiva para fumantes Iqos, porque o volume de fumaça é infinitamente menor que os tradicionais.

Outras marcas

A Philip Morris foi a primeira entrar no mercado do tabaco aquecido. Mas já há concorrentes como a Japan Tobacco Inc., a BAT ou a Reynolds para competir. Outras marcas no Japão são a Glo, da BAT-British American Tobacco, e Ploom, da JT.

No caso das marcas Glo e da Ploom o cigarro aquecido tem o mesmo tamanho dos tradicionais. Já o da Iqos, o cigarro é bem menor. Uma vez colocado no aparelho, é possível dar 12 inalações.

Para usar o cigarro aquecido é preciso comprar o aparelho. O Iqos custa em torno de 9 mil ienes e o maço do cigarro, com 20 unidades, ¥460.

Diferença de tamanho do dispositivo entre o Ploom e Iqos

O aparelho da marca Ploom custa em torno de 4 mil ienes e o maço de cigarros, com 20 unidades, o mesmo preço do anterior. O aparelho Glo custa cerca de 8 mil ienes e o maço, também com 20 cigarros, tem o mesmo preço dos tradicionais, 420 ienes.

A vantagem do Iqos e Ploom em relação ao Glo é o tamanho do dispositivo. Todos eles precisam de recarga, pois funcionam com uma pequena bateria interna. 

Com eles, os fumantes ganharam uma nova forma de consumir o desejado cigarro, vício provocado pela nicotina. Fica o alerta: no Japão só é permitido fumar depois dos 20 anos.

Glow não tem formato do cigarro tradicional, é um dispisitivo bem maior

Fontes e fotos: divulgação 

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