Neve intensa continua afetando várias áreas do oeste ao norte do Japão

Mais neve está prevista, informou a AMJ, principalmente em áreas banhadas pelo Mar do Japão.

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Desde as 11h deste sábado, na cidade de Ono (Fukui), houve acúmulo de neve de 83 centímetros (NHK/reprodução)

De acordo com a AMJ – Agência Meteorológica do Japão, algumas áreas montanhosas nas áreas oeste ao norte do arquipélago registraram acúmulos de neve de 30 a 50 centímetros nas 24 horas até o meio-dia deste sábado (13).

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Desde as 11h deste sábado, na cidade de Ono (Fukui), houve acúmulo de neve de 83 centímetros e em Kitahiroshima (Hiroshima), 128 centímetros.

Já na cidade de Niigata (província homônima) a queda de neve foi oito vezes maior que a média nessa época do ano.

Mais neve está prevista, informou a AMJ, principalmente em área banhadas pelo Mar do Japão. A AMJ fez um alerta sobre estradas congeladas e avalanches.

Na província de Ishikawa, uma mulher de 91 anos foi encontrada morta em um canal de drenagem na sexta-feira (12). Acredita-se que ela tenha caído enquanto fazia remoção de neve. Segundo a província, outras 10 pessoas ficaram feridas enquanto tiravam a neve de suas casas.

A neve pesada na cidade de Sanjo (Niigata) também deixou um trem de passageiros imobilizado por mais de 12 horas na quinta-feira (11). Cerca de 430 pessoas ficaram presas dentro dos vagões.

Segundo a operadora, a East Japan Railways Company, mais de nove horas foram necessárias para um limpa-neves chegar até o local.

Fonte e imagem: NHK

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Número de mortes em decorrência de incêndios diminui no Japão

Publicado em 13 de janeiro de 2018, em Sociedade

Mortes em decorrência de incêndios no Japão tendem a atingir o pico entre janeiro e março, quando mais pessoas usam aquecedores em suas casas.

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Grande parte das fatalidades com fogo são causadas por incêndios em casas (imagem ilustrativa)

O número de fatalidades no Japão relacionadas a fogo vem diminuindo, mostraram dados da Agência de Gestão de Desastres e Incêndio.

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Em 2016, 1.415 pessoas morreram em incêndios, incluindo casos de suicídio, queda pelo segundo ano consecutivo e redução de 27,6% em comparação ao nível de 2007.

Contudo, as fatalidades no primeiro semestre do ano passado aumentaram 2,5% ante o ano anterior, totalizando 885, então ainda precisa ser avaliado se o total para todo o período de 2017 caiu ano a ano.

O número de incêndios em 2016 totalizou 36.831, queda de 32,6% em comparação a 2007, com o de incêndios em prédios diminuindo em mais de 10 mil, totalizando 20.991.

Houve várias razões para os declínios nos números de incêndios e fatalidades, incluindo novas exigências de sensores para prevenção de superaquecimento nos fogões a gás e alarmes de incêndio em construções novas, disse Keiko Suzuki, pesquisadora chefe no Instituto de Pesquisa Nacional de Incêndio e Desastre.

A instalação de tais alarmes se tornou obrigatória em junho de 2006 enquanto a regra para sensores nos fogões entrou em vigor em outubro de 2008.

Enquanto isso, em setembro de 2011, foi exigido que todos os isqueiros descartáveis fossem à prova de crianças. Essa medida levou a um declínio no número de fatalidades causadas por crianças brincando com isqueiros.

“Outros fatores, aparentemente, incluem um aumento no número de residências que usam fogões elétricos ou aparelhos de ar-condicionado ao invés de aquecedores, assim como um aumento no número de construções que usam materiais à prova de fogo”, disse Suzuki.

“O número de incêndios e fatalidades relacionadas cairão ainda mais se a conscientização sobre segurança aumentar”.

Mortes em decorrência de incêndios no Japão tendem a atingir o pico entre janeiro e março, quando mais pessoas usam aquecedores em suas casas.

Um funcionário da Agência de Gestão de Desastres e Incêndio disse que grande parte das fatalidades com fogo são causadas por incêndios em casas e pediu por medidas preventivas suficientes e relatos precoces de incêndios.

Fonte: Jiji, Japan Times
Imagem: Bank Image

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