Coronavírus poderia se tornar uma infecção sazonal como a influenza, dizem cientistas

Cientistas dizem que o coronavírus pode nunca desaparecer completamente e que ele poderia se tornar uma doença permanente como gripes e influenza.

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Homem de máscara aguardando em hospital (ilustrativa/PM)

O coronavírus poderia se tornar uma infecção que nunca vai embora e causa surtos sazonais de doença, de acordo com cientistas.

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Países em todo o mundo estão sendo afetados pela primeira epidemia do vírus, que infectou cerca de 90 mil pessoas e matou mais de 3 mil.

Enquanto o número de casos na Coreia do Sul, Itália e Irã continua a aumentar, a propagação da infecção está começando a ficar sob controle na China.

Mas cientistas agora dizem que o coronavírus pode nunca desaparecer completamente e que ele poderia se tornar uma doença permanente como gripes, infecções torácicas e influenza.

Essas são doenças virais que ocorrem todo inverno e para as quais as pessoas geralmente não desenvolvem imunidade porque elas mudam com muita frequência.

O coronavírus, que até agora matou somente um pouco mais de 3 por cento de todas as pessoas que foram infectadas, pode seguir os mesmos passos e se tornar uma doença normalizada.

“Se você olhar para outros membros da família do coronavírus, que são vírus respiratórios e que conhecemos há 50 anos ou mais, eles são sazonais”, disse o professor John Oxford, da Universidade Queen Mary de Londres, ao Telegraph.

“Se a Covid-19 vai se encaixar nessa padrão ou não, teremos que esperar e ver, mas meu palpite é que sim”.

Atualmente o coronavírus está causando um surto autossustentado, o que significa que está constantemente sendo passado sem qualquer pessoa ter tido contato com a fonte original.

Acredita-se que ele tenha surgido em um mercado de animais na cidade chinesa de Wuhan e desde então continuou a se espalhar entre pessoas.

Enquanto as pessoas continuam a espalhá-lo a novas áreas mais rápido do que as autoridades podem isolar comunidades infectadas, o vírus continuará se propagando.

Quando uma doença se torna uma característica permanente de um país ou região ela é descrita como endêmica, o que significa que ela é nativa de lá.

“Isso ficará conosco por algum tempo”, disse o Dr. Amesh Adalja, especialista em doenças na Universidade de Johns Hopkins em Baltimore.

Ele disse ao Business Insider: “é endêmica em populações humanas e não irá embora sem uma vacina”.

Cientistas em todo o mundo estão trabalhando para tentar e desenvolver vacinas para o vírus,  mas o processo é demorado e incerto.

Mesmo que os cientistas tenham êxito, o vírus pode sofrer mutação e se tornar completamente diferente para o que a vacina é capaz de proteger.

Esse é o caso da influenza, a qual tem tantas cepas que a vacina deve mudar todos os anos para tentar e corresponder àquelas que mais provavelmente infectam pessoas na época. Ela nunca é perfeita ou capaz de oferecer proteção completa.

Os coronavírus são conhecidos por se espalhar mais rapidamente no inverno porque eles são capazes de sobreviver por mais tempo e se reproduzir mais efetivamente em clima mais frio e seco – isso os torna mais prováveis de infectar pessoas.

E porque os hemisférios norte e sul têm seus invernos em épocas diferentes, mesmo uma bactéria sazonal pode continuar a se espalhar o ano todo.

O Dr. William Schaffner, da Universidade de Vandrblit no Tennessee, disse ao CNN: “Sabemos que vírus respiratórios são muito sazonais, mas não exclusivamente”.

“Esperamos que a primavera gradual ajude o vírus a receder, mas não podemos ter certeza disso”.

Fonte: Mail Online

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Mulher infectada trabalha em loja de fast food

Publicado em 4 de março de 2020, em Sociedade

Além de trabalhar no atendimento ao público em uma casa de fast food ela teria ido à casa de shows em Osaka.

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Novo coronavírus (imagem do Centro de Pesquisa de Transmissão Alérgica dos EUA, via NHK)

As autoridades da província de Quioto informaram na quarta-feira (4) que a quarta pessoa a ter o resultado positivo em relação ao exame do novo coronavírus é uma mulher. 

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O resultado do exame saiu ontem e ela é trabalhadora haken em uma das casas McDonald’s, de Minami-ku, em Quioto (província homônima).

Durante dois dias, 15 e 16 do mês passado, ela esteve na casa de shows ao vivo na cidade de Osaka (província homônima), de onde já foram detectados outros pacientes. Apresentou sintomas no dia 18 mas continuou trabalhando. 

No atendimento ao público e no caixa a mulher não usou máscara, embora a rede tenha ordenado que seus funcionários passassem a usá-la desde 27 do mês passado. 

A loja onde trabalha foi fechada temporariamente desde as 21h de terça-feira (3) para desinfecção sob orientação do Centro de Saúde, o qual também verifica as condições de saúde de um colega de 22 anos. 

Fontes: NHK e ANN

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