Trump diz que está observando o Japão ‘de perto’ para possível restrição de viagem

Trump disse que pode considerar a expansão de restrições de viagem a países que incluem o Japão para conter a propagação do coronavírus.

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Chegadas internacionais no Aeroporto de Kansai em Osaka (ilustrativa/PM)

O presidente dos EUA Donald Trump sugeriu na terça-feira (3) que sua administração pode considerar a expansão de restrições de viagem a países que incluem o Japão para conter a propagação do novo coronavírus.

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“Estamos observando a Itália muito de perto, a Coreia do Sul muito de perto, mesmo o Japão muito de perto, e faremos a determinação correta no momento certo”, disse Trump em resposta a uma pergunta de um repórter sobre a possibilidade de suspender viagens para e da Coreia do Sul e Itália, dois países atingidos duramente pelo vírus.

O governo dos EUA até agora barrou a entrada de cidadãos estrangeiros que visitaram a China continental, onde o vírus se originou, ou do Irã, que também tem vivenciado um grande surto, dentro dos últimos 14 dias.

Em relação aos viajantes que partem dos EUA, o governo elevou no fim de fevereiro seu alerta para o Japão ao nível 2 na escala de alerta de 4, pedindo “maior cautela”.

O Japão confirmou cerca de mil casos da infecção, embora uma grande proporção delas seja de passageiros e tripulantes do Diamond Princess, o navio de cruzeiro atingido pelo vírus enquanto estava sob quarentena em Yokohama (Kanagawa).

Com menos de 5 meses do início das Olimpíadas de Tóquio, Trump disse que depende do Japão decidir se realizará o evento como planejado.

O presidente pareceu menos otimista do que no fim de fevereiro quando ele disse aos repórteres que ele espera que Tóquio sedie as Olimpíadas, planejadas para o período de 24 de julho a 9 de agosto.

Alertas de viagem dos EUA para a Coreia do Sul e Itália estão agora no nível 3, o qual pede aos cidadãos que “reconsiderem viagem”, enquanto partes dos dois países são designadas como nível 4, o qual pede aos cidadãos que “não viajem” para lá.

Fonte: Mainichi

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Irã solta mais de 54 mil presos para evitar propagação do coronavírus

Publicado em 4 de março de 2020, em Notícias do Mundo

Mais de 54 mil presos foram soltos temporariamente em um esforço para combater a propagação do vírus em cadeias lotadas no Irã.

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Cela aberta (ilustrativa/PM)

O Irã soltou temporariamente mais de 54 mil presos de baixo risco em um esforço para combater a propagação do novo coronavírus em cadeias lotadas.

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O porta-voz judiciário Gholamhossein Esmaili disse aos repórteres que os internos tiveram permissão para sair após testarem negativo para a Covid-19 e sob fiança.

“Prisioneiros de segurança” condenados a mais de 5 anos não terão permissão para sair.

Houve mais de 90 mil casos reportados da Covid-19 no mundo e 3.110 mortes desde o surgimento da doença no fim de dezembro do ano passado, a grande maioria na China.

O surto no Irã deixou pelo menos 77 mortos em menos de 2 semanas. Na terça-feira (3) o ministério da saúde disse que o número de casos confirmados havia aumentado em mais de 50% pelo segundo dia consecutivo. Agora o número situa-se a 2.336, embora acredite-se que o real seja bem maior.

Casos ligados ao Irã também foram reportados pelo Afeganistão, Canadá, Líbano, Paquistão, Kuwait, Barém, Iraque, Omã, Qatar e Emirados Árabes Unidos.

Vários altos oficiais iranianos contraíram o vírus. Dentre o mais recente está o chefe dos serviços médicos de emergência, Pirhossein Kolivand.

Vinte e três dos 290 membros do parlamento também testaram positivo.

Uma equipe de especialistas da Organização Mundial da Saúde – OMS, que chegou ao Irã na segunda-feira (2), está dando suporte às autoridades de saúde locais.

A OMS disse que “reveria os esforços de preparação e resposta, visitaria instalações de saúde designadas, laboratórios e portos de entrada, e forneceria orientações técnicas”.

O avião transportando os especialistas também levou suprimentos médicos e equipamento de proteção para mais de 15 mil trabalhadores da saúde, assim como kits de laboratório suficientes para testar e diagnosticar quase 100 mil pessoas.

Fonte: BBC

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